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01 out 2018
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Indelicada Cia. Teatral estreia “Mercúrio Retrógrado” em ruas e praças de Goiânia

Espetáculo dirigido por João Bosco Amaral é uma ode à liberdade

 

Entre os dias 29 de setembro a 02 de outubro, a Indelicada Cia. Teatral apresenta o espetáculo “Mercúrio Retrógrado” na cidade de Goiânia – GO. O espetáculo foi montado com apoio da Lei Municipal de Incentivo á Cultura da Prefeitura de Goiânia.

Num mundo pós-apocalíptico, três indivíduos errantes, em estado de marginalização fala da liberdade em todas as suas esferas (política, artística, sexual e religiosa) através dos arquétipos da cultura marginalizada, partindo de uma dramaturgia não-linear construída a partir de diferentes contextos para narrar a luta de minorias raciais, religiosas e sexuais em prol de suas liberdades de pensamento e escolhas, questionando o próprio conceito de nação e território e assim ultrapassando o limite cultural.

O espetáculo será apresentado em espaços urbanos, como proposta de invasão e redefinição do espaço de convívio do público, transformando estes locais de apresentações artísticas e de debates sobre o ser e sua existência como ator social de sua própria vida, quebrando o ritmo da vida cotidiana através da proposição de debater a liberdade em tempos de crise de comunicação e ideais. Todas as apresentações são gratuitas e livre para todos os públicos.

 

SERVIÇO – Mercúrio Retrógrado

29/09 – 17h – Praça Tamandaré – Feira da Lua

30/10 – 10h – Feira do Cerrado

30/10 – 17h – Praça do Sol – Feira do Sol

01/10 – 09h – Praça Joaquim Lúcio

01/10 – 17h – Grande Hotel – Avenida Goiás

02/10 – 18h – Praça Universitária

 


28 set 2018
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“Senhor Deus, onde estás?”: Tribalistas, diásporas e fragmentação

Por Amanda Sales

Ensaio crítico sobre a música Diáspora (Tribalistas, 2017)

Desde o primeiro álbum, em 2002, a experimentação sonora é marcante nas músicas dos Tribalistas. Os atabaques afro-brasileiros de Carlinhos Brown dialogam com a voz doce e marcante de Marisa Monte que contrasta e completa o tom grave de Arnaldo Antunes quando declama trechos de poesias durante várias de suas músicas.

O que muda, no segundo disco do trio lançado 15 anos depois são as composições igualmente melodiosas, mas tematicamente destoantes. O povo brasileiro, os costumes, o samba, a vida nos morros e o amor romântico serviram de estrutura para as composições em 2002 e aparecem, em menor escala, em 2017. No entanto, o álbum mais recente dos Tribalistas mostra que é possível pegar de empréstimo os temas contemporâneos já visitados e fazer arte nova.

De todas as canções do álbum que, mais uma vez leva o nome do grupo, Diáspora é a que passeia mais pelo cotidiano e se vale de temas facilmente encontrados em manchetes de jornais. É, de fato, impossível escutar a música sem remeter ao drama dos refugiados que buscam outros países para fugir de guerra e miséria.

O tema dos refugiados, apesar de recente é também histórico. E Diáspora recupera com a sutileza de um tapa com luvas de pelica o fio da memória dos povos que deixaram suas terras-mães na busca de um futuro. Cubanos, sírios e ciganos são a metonímia de tantos indivíduos espalhados sem nação pelo globo.

O espectador, quando acomoda os fones de ouvido e dá play em Diáspora, ouve Arnaldo Antunes declamar, com melodia ao fundo, “Acalmou a tormenta/ Pereceram/ O que a estes mares ontem se arriscaram/ E vivem os que por um amor tremeram/ E dos céus os destinos esperaram”. O trecho é de O Guesa, poema aos moldes épicos escrito pelo maranhense Sousândrade.

Mais adiante na canção, Arnaldo declama outro trecho de um poema. Desta vez, na sua voz grave ouvimos “Deus! Ó Deus! Onde estás que não respondes?/ Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes/ Embuçado nos céus?/ Há dois mil anos te mandei meu grito/ Que embalde desde então corre o infinito/ Onde estás, Senhor Deus?”. Quem fala pela voz de Antunes aqui é Castro Alves, baiano que tratou das condições da escravidão e do período colonial brasileiro em Vozes D’África.

Os trechos declamados ao longo da música revelam uma característica da composição dos artistas, a montagem. Diáspora não é a primeira canção em que trechos de poemas são inseridos e declamados, quebrando a cadência rítmica da música, processo que parece envolver aquele que ouve na poesia.

Aqui, a poesia não está somente na composição da letra em si. As inserções de poemas trazem o poético para a esfera auditiva. Ouvir um poema é certamente uma experiência distinta da simples leitura do mesmo. O resultado dessa experimentação, que não é nova para os Tribalistas, é a elevação da poesia ao nível do sensorial.

De fato, é possível que quem ouvir não conheça de antemão os poemas inseridos na música. Contudo, as quebras na cadência da música no momento em que as referências são apresentadas pode dar pistas sobre as inserções. Ademais, não me parece um problema da obra que seu ouvinte não tenha referência anterior de seus elementos.

O método de composição, por montagem, pode também ser alvo de críticas. De modo simplista, é possível que se analise as inserções como meras colagens de textos de outros autores. No entanto a obra resultante das montagens é distinta de cada texto isolado.

Em suas reflexões, Flávio Carneiro (2001) retoma os escritos do cineasta e ensaísta Eisenstein sobre a montagem no cinema. O autor russo acreditava que para o cinema a montagem é um elemento importante e que garante que o produto final é um todo orgânico. Carneiro complementa que esta lógica se aplica a toda produção de discurso.

Seguindo este raciocínio e adotando a música como pertencente à arte e esta sendo também um discurso, me parece sensato pensar que a montagem em Diáspora confere ao produto final um caráter próprio. Sem me estender, pois não é este o objetivo deste ensaio, pontuo que a montagem encontrou na música campo fértil para seu desenvolvimento e procriação.

Os trechos dos dois poemas passam a fazer ainda mais sentido na música quando se analisa seus contextos de produção. O Guesa de Sousândrade é um andarilho que caminha pela América do Sul, sem rumo. Já Vozes D’África soa todo o clamor do povo africano trazido a contragosto para servir de mão de obra escrava no Brasil.

O movimento migratório de africanos para o país no período colonial é uma diáspora. Das mais cruéis que se possa imaginar. Inserido na música, este trecho é mais um tapa com luva de pelica. A nossa nação foi constituída a partir da desintegração e diáspora forçada de diversos povos africanos.

Propositalmente escolhido, o trecho de Vozes D’África é um clamor desesperançoso. O eu-lírico que tanto gritou a Deus por compaixão hoje questiona se este ser superior sequer o ouviu. Este grito desesperado por socorro se repete nas telas dos telejornais cada vez que se noticia que um barco com refugiados afundou, quando se atualizam os números da guerra da Síria ou nas denúncias de violência contra venezuelanos abrigados no Brasil.

O refrão “Where are you?” que se repete durante a música é uma expressão que remete a busca, procura. Espalhados pelo mundo, longe de suas terras e famílias os povos procuram seus semelhantes, muitas vezes em vão. A escolha pelo inglês faz parte, mais uma vez, de recurso recorrente nas composições dos Tribalistas. Entretanto, o uso da língua do Tio Sam remete também a este “idioma padrão” do mundo globalizado a que todos os imigrantes ou refugiados precisam recorrer, caso queiram se sentir parte de uma nação novamente.

Esse sentimento de fragmentação e não pertencimento se expressa na canção por meio de cada verso que cita povos que sofreram com movimentos de diáspora, mas sem alongar a reflexão sobre cada um em particular. Não há análise ou retomada histórica sobre fariseus, cubanos, sírios, ciganos ou sobre a travessia do mar Egeu. O não aprofundamento de cada um desses indivíduos é exatamente o que os mesmos passam longe de suas terras natais, prevalece a desintegração.

Estes povos e grupos étnicos estão representados na canção como cerceados de suas identidades. O sujeito de Diáspora é, como sugere Stuart Hall, o “sujeito pós-moderno, conceptualizado como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente”. Se este indivíduo não está em crise de identidade por ser retirado de súbito de sua terra natal, o está por uma ausência de identificação cultural com sua sociedade.

O sujeito pós-moderno de Hall está perdido e desolado “como Romanos sem Coliseu”. Diáspora, na medida em que parte dos princípios (1) da montagem com textos que corroboram para a ideia central da música e da (2) retomada da questão das identidades fragmentadas dos povos na contemporaneidade (ainda que sem aprofundá-las), denuncia a relatividade dos valores de uma sociedade que apenas assiste a diásporas cotidianamente.

A preocupação formal da canção parece se voltar todo o tempo para a temática. Toda a métrica, as rimas e as montagens corroboram para a noção de fragmentação, quebra do espaço confortável. Nesse sentido, a melodia é também essencial, já que a cadência melancólica todo o tempo reforça a angústia. Forma e tema são aliadas, técnica e estética também.

 


21 set 2018
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Festival de pipas inaugura o projeto Curta o Câmpus

Evento no dia 22 de setembro é gratuito e aberto à população; objetivo é levar atividades culturais e de lazer ao Câmpus Samambaia

A aproximação da universidade com a sociedade passa pela ocupação de seus espaços. Foi pensando nisso que a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), desenvolveu o projeto Curta o Câmpus, que irá promover atividades culturais e de lazer gratuitas e abertas à população, sobretudo aos fins de semana, no Câmpus Samambaia.

A primeira atividade do projeto será no dia 22 de setembro, a partir das 8h30, com um Festival de Pipas no gramado entre a Escola de Música e Artes Cênicas (Emac) e o Centro de Convivência. O espaço estará liberado para piquenique. Também estão programadas contação de histórias, oficina de bonecos, apresentação da Bateria Tagarela, da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), e uma ação com o Programa Educacional Bombeiros Mirins.

Para participar do festival, basta levar sua pipa. Haverá um concurso para a escolha da maior pipa, da mais criativa e da mais sustentável.

Lazer e confraternização

Segundo a pró-reitora de Extensão e Cultura, Lucilene Maria de Sousa, a ideia de levar atividades para o Câmpus Samambaia aos fins de semana vem sendo cultivada há algum tempo. Por ser um espaço amplo, arborizado e aconchegante, ele se torna uma ótima opção de lazer e confraternização para a comunidade.

A ideia de começar o projeto Curta o Câmpus com o Festival de Pipas se deu pela observação de que algumas pessoas da região praticam a brincadeira em locais inadequados, próximo a ruas e avenidas, o que representa um risco principalmente para motociclistas. Como é um espaço aberto, o Câmpus Samambaia.

Texto: Secom UFG


17 ago 2018
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Masp recebe obras de artista goiano em na exposição “Histórias Afro-Atlânticas”

É sempre uma alegria quando viajo a São Paulo para, dentre diversos programas, ver exposições de arte no Masp. E desta vez fiquei mais feliz ainda ao ver que o Dalton Paula, artista goiano a quem muito admiro a obra (além de ser gente finíssima), apresentou dois trabalhos na exposição “Histórias afro-atlânticas”.

Suas obras, Zeferina e João de Deus Nascimento, são o cartão-postal da mostra, já nos familiarizamos com elas desde a estação de metrô até a capa do livro exposição e outros produtos do Masp. Zeferina é uma rainha quilombola que lutou contra a escravidão na Bahia no século XIX e João de Deus Nascimento foi um dos líderes da Conjuração Baiana. As obras de Dalton compõem a seleção de 450 trabalhos de 214 artistas do século 16 ao 21, que retratam os “fluxos e refluxos” entre a África, as Américas, o Caribe e a Europa.

Artistas como Carybé, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Gerard Sekoto, dentre outros, fazem de Histórias afro-atlânticas uma exposição que provoca reflexão, debate e novos questionamentos sobre as temas políticas, econômicas, culturais e sociais ligadas à imigração compulsória no contexto da escravidão. Vale lembrar que o Brasil figura como território central nas histórias afro-atlânticas, sendo responsável por receber aproximadamente 46% dos cerca de 11 milhões de africanos e africanas que desembarcaram compulsoriamente neste lado do Atlântico por mais de 300 anos.

Com curadoria de Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Moritz Schwarcz e Tomás Toledo, “Histórias afro-atlânticas parte do desejo e da necessidade de traçar paralelos, fricções e diálogos entre as culturas visuais dos territórios afro-atlânticos—suas vivências, criações, cultos e filosofias. O Atlântico Negro, na expressão de Paul Gilroy, é uma geografia sem fronteiras precisas, um campo fluído, em que experiências africanas invadem e ocupam outras nações, territórios e culturas”.

Saiba mais sobre Histórias afro-atlânticas no site do Masp.

P.S: essa foto é minha, mas no site do Masp dá pra ver um panorama da exposião.

 


06 jul 2018
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¿por quá? grupo que dança divulga agenda de junho

Em parceria com Ponto de Cultura Cidade Livre, Centro Cultural Eldorado dos Carajás e Casa Corpo, grupo realiza três intervenções do POR ACASO_tardes de improviso

O ¿por quá? grupo que dança divulga sua agenda de apresentações para o mês de junho. Junto ao grupo musical Vida Seca, se reúne para três edições do POR ACASO_tardes de improviso. A intervenção de dança e música ocorre em parceria com diferentes centros de cultura nos próximos sábados do mês (16, 23 e 30 de junho).

Sempre com entrada gratuita, esta é uma etapa do TRANSporquar, projeto de manutenção do ¿por quá? grupo que dança, que possui fomento do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás e segue até setembro de 2018 com atividades que reúnem o grupo a grandes parceiros e envolve também a comunidade em geral.

Centros de Cultura

Com o objetivo de explorar novos centros, conhecer novos públicos e sentir a dança numa realidade ainda desconhecida para o grupo, foram selecionados três Centros que trabalham com cultura para, a partir de apresentações artísticas de POR ACASO_tardes de improviso e Aparecidas, criar fluxos de parceria em ações e produções culturais.

O Ponto de Cultura Cidade Livre fez história em Aparecida de Goiânia ao criar o primeiro teatro da cidade. Local que utiliza a arte como meio de (trans)formações sociais recebe o POR ACASO_tardes de improviso no dia 16 de junho, às 17h.

Em parceria com o Centro Cultural Eldorado dos Carajás, a tarde de improviso do dia 23/06 ocorre na Praça do CIOPS, no Jardim Curitiba, às 19h. Com um importante diferencial, o POR ACASO se aproxima da comunidade ao se juntar à Batalha do Conhecimento, ação comum no movimento do Hip Hop de rimas improvisadas.

Para participar da batalha basta se inscrever na hora do evento. A partir de então os duelos começam com temas escolhidos pelo público presente. “Assim como o POR ACASO_ é formado por improvisos, as rimas da batalha também são. Vamos dançar ao som dos temas e das rimas”, comenta Luciana Celestino, integrante e produtora do ¿por quá? grupo que dança.

No dia 30/06 a última apresentação do POR ACASO_tardes de improviso do mês ocorre em parceria com a Casa Corpo, casa de residência dos grupos Vida Seca e ¿por quá? grupo que dança. Localizada numa rua sem saída no Setor Leste Universitário, a casa já recebeu outras edições da ação e convida para mais um encontro.

Improvisando danças e músicas

O POR ACASO surge em 2012 com o objetivo de ocupar a cidade de forma democrática, unindo dança e música em tardes de improvisos. Idealizado pelo ¿por qua? grupo que dança e o grupo musical Vida Seca, o projeto provoca dançarinos, músicos e desavisados para uma intervenção artística que caminha entre o popular e o contemporâneo. Uma estrutura básica é montada para quem quiser chegar. Para os dançarinos, tatames no chão, e para os músicos, instrumentos para o batuque.

A intervenção artística já passou por cidades da América Latina como Buenos Aires e Uruguai, além de brasileiras como Porto Alegre (RS), Alto Paraíso (GO), Rio de Janeiro (RJ) e Pirenópolis (GO), sempre gratuitos.

Serviço – Programação POR ACASO_tardes de improviso no mês de junho de 2018

POR ACASO_tardes de improviso em parceria com Ponto de Cultura Cidade Livre

16 de junho, sábado

Horário: 17h às 20h

Local: Av. Progresso Qd. 21 Lt. 04 casa 1, Aparecida de Goiânia

Entrada gratuita

 

POR ACASO_tardes de improviso em parceria com Centro Cultural Eldorado dos Carajás

23 de junho, sábado

Horário: 19h às 21h

Local: Praça do CIOPS. Av. do Mato, Jardim Curitiba, Goiânia

Entrada gratuita

POR ACASO_tardes de improviso em parceria com Casa Corpo

30 de junho, sábado

Horário: 17h às 20h

Local: Av. 243, esquina c Rua 233, Setor Leste Universitário, Goiânia.

Entrada gratuita

 


25 mar 2018
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Alunos de Produção Cênica celebram Júlio Vilela em espetáculo

Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela acontece no dia 27 de março, às 20h, no Centro Cultural Martim Cererê

Local que abrigou por mais de 15 anos o espetáculo Jú Onze e 24 e que deu o nome de Júlio Vilela a um dos seus teatros, o Centro Cultural Martim Cererê é o palco de Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela, projeto de Conclusão de Curso de alunos de Produção Cênica do ITEGO em Artes Basileu França. O espetáculo ocorre na terça-feira (27/03), Dia Internacional do Teatro, às 20h.

Júlio Vilela (1961-2006) foi um ator e diretor paulistano que conduziu Jú Onze e 24. O grupo/espetáculo ficou conhecido por se apresentar com cenas e performances de drag queens em diferentes espaços até se firmar no palco da sala Pyguá, do Centro Cultural Martim Cererê (GO). Ali permaneceu por mais de 15 anos (1991-2006) na sala que hoje recebe seu nome como forma de homenagem.

O TCC que se materializa

Um conjunto de quadros antológicos da trajetória de Jú Onze e 24 perfilados para uma homenagem alegre e comovente. Assim, alunos de Produção Cênica revisitam uma história de humor, irreverência e deboche com Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela. O espetáculo lida com a memória e tem como propósito ressignificar os elementos simbólicos que marcaram uma bela página da história das artes cênicas de Goiás.

Júlio Vilela deixou uma lacuna que não há como ser preenchida. Numa cidade que preza pelo esquecimento, lembrar Júlio e sua contribuição para o cenário artístico é necessário, como afirma o diretor, ex-Secretário de Cultura de Goiânia, e também aluno do curso, Sandro di Lima: “Não é possível contar a história de Goiânia se não contamos as histórias das pessoas que aqui viveram e vivem. E o Júlio Vilela foi de extrema importância, pois ele conseguia enfrentar a cidade com imponência – por fazer teatro de gênero numa época de grande preconceito – e ao mesmo tempo era capaz de dialogar com a cidade e seus habitantes”.

Esta é uma história de amor pelo teatro e pelos sujeitos não convencionais que o fazem. A partir de um conjunto de quadros entrelaçados, o espetáculo possui narrativas autônomas. São personagens construídos pelos artistas em apresentações em solo, grupo e performances que representam a trajetória de Jú Onze e 24. O público pode esperar por quadros humorísticos com cenas caricatas, dublagens e outros. Como parte de um trabalho acadêmico (TCC), conta com a participação voluntária de amigos e amigas de Júlio Vilela. Atores que faziam Jú Onze e 24 foram convidados para transformarem o palco num território de alegria, muita purpurina e, claro, saudade.

Na ocasião, vai ser exibido o curta-metragem documentário Júlio Além do Efêmero, outro produto do TCC. Estruturado em depoimentos, coleta de imagens, arquivos e clippings, visa narrar um pouco do que foi a trajetória do ator à frente de Jú Onze e 24. O curta traz a presença viva de um homem extraordinário e celebra uma liderança marcada pela empatia e pela generosidade. Para além do TCC, o grupo da produção considera que o vídeo se constitui como um documento importante de registro audiovisual para arquivo e acervo da cultura goianiense.

Respeito da pluralidade – importância de Jú Onze e 24

Para além de fomentar a cultura e o teatro na capital, Júlio Vilela e Jú Onze e 24 abriram caminhos para discutir tabus e promover a questão de gênero. O espetáculo fazia crítica ao binarismo homem x mulher por apresentar homens em roupas femininas. A partir de performances de drag queen, apontava críticas sociais, abordagens sobre política, gênero e sexualidade com muito deboche e humor.

Júlio mantinha bom relacionamento com empresas e meios de comunicação fomentando e valorizando a produção artística local. Buscava fazer um intercâmbio entre políticos e ativistas LGBTS para discutir sobre políticas públicas ao público homoafetivo numa época de tanto preconceito e discriminação. Através de textos, cenas e performances, ele e sua troupe apontavam críticas construtivas e não se submetiam a uma lógica vigente que estava em Goiás, ou seja, fugiam da mesmice preconceituosa que a sociedade como um todo insistia em reproduzir.

Legado do Jú

Júlio conquistou um espaço para o teatro goiano como poucos e seu espetáculo era sucesso na capital, interior do estado e Brasil afora. Mas com sua morte em 2006, acabou-se também Jú Onze e 24. “O Júlio se foi num momento em que estávamos no auge. Fazíamos shows todos os finais de semana e, às vezes, chegávamos a fazer quatro apresentações por dia”, lembra Sérgio Gomes, artista e seu “braço direito”.

Pelo peso que seu nome carrega, os alunos do curso de Produção Cênica do ITEGO em Artes Basileu França Marci Dornelas, Rose Araújo, Sandro di Lima, Tainara Mendes e Thamara Fagury optaram por reviver um pouco desta história e trazer à tona questionamentos tão importantes para os tempos sombrios em que estamos vivendo. O grupo deseja que a memória de Júlio Vilela continue viva e forte na história da capital com o espetáculo Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela, que ocorre terça-feira (27/03), às 20h, no Centro Cultural Martim Cererê.

Serviço:

Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela
Data:
 terça-feira, 27 de março de 2018
Horário: 20h
Local: Centro Cultural Martim Cererê – Rua 94A, Setor Sul, Qd. 18 –  Goiânia (GO)

Programação:

20h – exibição do curta-metragem documentário “Júlio Além do Efêmero”

20h30 – espetáculo Saudade e Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela
Ingressos: 11,00 (meia entrada)*** e 24,00 (inteira)

*** Para pagar meia entrada basta “se montar” ou ir com muito brilho, glitter, makes, plumas, paetês, cílios postiços… enfim, basta se deixar levar pelo espírito contagiante do Jú!

Redes sociais: 

Instagraminstagram.com/saudadepurpurina

FacebookSaudade & Purpurina / evento: Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela

Produção Geral, Executiva e Cênica: Marci Dornelas, Rose Araújo, Sandro di Lima, Tainara Mendes, Thamara Fagury.

Elenco convidado para curta-metragem documentário e espetáculo: Paulo Reis, Cláudia Vieira, Leleco Diaz, Marcelo Venâncio, Arsênio Gomes, Sérgio Gomes, Sanderson God, Lázaro Leal (Kanichala), Marques Matos (Amargosa Simpson), Chico Miranda e Cezar Ogawa.

 

Texto e fotos: divulgação.

 


23 mar 2018
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Indelicada Cia. Teatral apresenta “O Príncipe” em comemoração do Dia Internacional do Teatro

Em 23 de março, a Indelicada Cia. Teatral apresenta o espetáculo “O Príncipe” dentro das atividades de comemoração ao Dia Internacional do Teatro, promovido pelo Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter. O espetáculo “O Príncipe” já foi apresentado em festivais de Teatro no México e na Argentina e recentemente foi premiado V Festival Nacional de Teatro de Araguari – MG.

O espetáculo dirigido por João Bosco Amaral narra a história do jovem Hamlet, o príncipe da Dinamarca, que está de luto pela morte do seu pai e enfrenta o oportunismo e a corrupção de seu tio Claudius que usurpou o trono. Baseado na obra Hamlet de William Shakespeare e influenciada pelo Príncipe de Maquiavel, a peça é uma comédia “Maquiaveliclownesca Milk-Shakesperiana”.

Com a estética clownesca, os palhaços Vânio e Kadu (interpretados pelos atores Evandro Costa e Ricardo Fiuza) contam a trágica história do príncipe Hamlet de uma maneira completamente irreverente e politicamente incorreta, dando um tom cômico e melodramático. Os dois palhaços vivem os diversos personagens desta história, que é a mais encenada do mundo, mas agora sobre a ótica e o humor dos clowns.

A apresentação acontecerá no Teatro Pyguá, no Centro Cultural Martim Cererê, às 20h, com entrada franca e livre para todos os públicos.

 

Texto: divulgação.
Fotos: Karla Sarmiento e Zé Veríssimo.


23 mar 2018
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Confira a programação do Cineclube Zabriskie de março

Estamos de volta com a programação do Cineclube Zabriskie do mês de março. A seleção de filmes surpreende pela sensibilidade. Você já parou pra pensar como na infância a escola pode ser o lugar mais divertido da sua vida, onde você encontra amigos brinca e aprende um monte de coisas novas? … Ou, por outro lado, na infância a escola pode ser o lugar do seu pesadelo, onde você é zoado todo dia, tem a maior dificuldade de fazer amigos e ainda tem de aprender um monte de coisas novas. Será que as crianças já nascem preconceituosas?

Nesse sábado e domingo, dias 24 e 25, às 20h, serão exibidos três curtas metragens lindos, dois da Alemanha e o outro da Espanha.

PRINCESS, do diretor Karsten Dahlem, e   VESTIDO NUEVO, do diretor Sergi Pérez têm algo em comum: tratam de episódios de meninos que vão pra escola um dia de vestido. SUPERHEROES, de Volker Petters, é um filme sobre amizade, coragem e tolerância. É uma história sobre adolescentes diferentes que estão procurando por seu lugar na vida.

A sessão terá duração total de 45 min. Assistiremos aos curtas comendo pipoca e depois a gente pode se conhecer e bater um papo. Ah, a censura é livre. Traga as crianças.

SERVIÇO

Exibição dos curtas: Princess, Superheroes e Vestido Nuevo

Duração da sessão: 45 minutos
Classificação indicativa: Livre
Data: 24 e 25 de março
Horário: 20h
Entrada: franca

Local: Zabriskie Teatro
Endereço: Av. Antônio Martins Borges, n.121, qd.89, lt.26, Setor Pedro Ludovico, próximo à 4ª Radial, em frente ao Colégio Estadual Dom Abel.
Informações pelos fones: (62) 981242498 | 993110081

 

FILMES

PRINCESS, Karsten Dahlem, Alemanha, 2017, 17′

Quando o líder do grupo Ole (11) e seus amigos Marco (10) e Milão (12) cortaram a bolsa de escola de Davie de doze anos, Ole nunca teria imaginado que, em seus sonhos mais loucos, pouco depois, ele apareceria no palco com Davie em um concurso de karaoke da escola vestido como uma princesa com maquiagem … nem seus amigos.

 

SUPERHEROES, Volker Petters, Alemanha, 2017, 15’

Phil é pequeno demais para sua idade. Isso o torna alvo de provocações na escola. Inesperadamente ele recebe ajuda da menina Jo, eles se tornam amigos mesmo sendo completamente diferentes um do outro. Isso deixa os provocadores mais irritados. No entanto, eles não são os únicos diferentes na escola e vão surpreender a todos. SUPERHEROES é um filme sobre amizade, coragem e tolerância. É uma história sobre adolescentes diferentes que estão procurando por seu lugar na vida.

 

VESTIDO NUEVO, Sergi Pérez, Espanha, 2008, 14’

A história gira em torno do menino Mário, uma criança que sofre preconceito em sua escola e acaba parando na diretoria. No carnaval, a criança decide ir de vestido rosa para o colégio, surpreendendo assim os colegas e os professores.

O curta Vestido Nuevo recebeu prêmios em vários festivais e é de uma sensibilidade imensa.

Afinal, quem estipulou que vestido é coisa de menina? Onde nasce o preconceito? O que ele é capaz de fazer? As crianças já nascem preconceituosas?

Questões como essas são o maior ponto forte da história. Uma criança sendo apenas uma criança, o preconceito como sempre sendo irracional.

 

Sobre o Cineclube Zabriskie

O Cineclube Zabriskie é um projeto do Grupo Zabriskie Teatro que, desde 2014, consiste em receber o público em sessões com projeção de filmes, pipoca e bate-papo.

A temática é a Diversidade de Gênero e Sexualidade.

O desejo do Grupo Zabriskie é fazer de sua sede um espaço para que todos e todas reflitamos sobre uma sociedade ainda opressora, que nos cerceia em nossas mais íntimas descobertas e incita ao ódio e à intolerância.

Sob a coordenação do ator Alexandre Augusto e a cineasta Brisa Evangelista, o Cineclube Zabriskie vem reunindo um grupo de apaixonados por cinema, em media uma vez por mês, para assistir e discutir sobre cinema e compartilhar inquietações e reflexões para a desconstrução de preconceitos em nossa sociedade.

Os preconceitos devem ser sempre abordados e desconstruídos. A nossa sociedade é predominantemente patriarcal e machista. A homofobia, lesbofobia, transfobia, e tantos outros preconceitos atrozes que incidem diariamente sobre todos é visível. Nas estatísticas constatamos que o Brasil lidera o ranking de violência homofóbica e é o país onde há o maior número de assassinatos de travestis e transexuais.  No cotidiano percebemos a ausência de liberdade para mínimas expressões homoafetivas. E chega-se ao cúmulo da exclusão de pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) no mercado de trabalho.

Ancorados em afirmações como a de Gustavo Jönck – “Um espaço para ver filmes raros, saber das novidades, trocar idéias e fazer amigos.”- Alexandre Augusto e Brisa Evangelista propõem no Cineclube Zabriskie um espaço democrático que incentive as discussões sobre as obras audiovisuais e a reflexão profunda sobre assuntos polêmicos e de extrema importância para a construção da pluralidade e cidadania na nossa sociedade.

 

 

Texto e fotos: divulgação.


22 mar 2018
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Teatro: Um poema cômico sobre o envelhecer

Quando se abrem os guarda-chuvas, monólogo da atriz Fernanda Pimenta, terá 10 apresentações gratuitas, em diferentes espaços da capital.A abertura da temporada será no Teatro Cidade Livre, com Entrada Franca, na próxima 4ª feira, dentro da III Mostra de Teatro Cidade Livre

 

Goiânia, 15 de março de 2018. Entre os meses de março e julho, o espetáculo “Quando se abrem os guarda-chuvas” voltará aos palcos de Goiânia e Aparecida de Goiânia, interpretado por sua criadora, a atriz Fernanda Pimenta, do grupo Farândola Teatro. O projeto, apoiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e produzido pela Plano V Eventos e Cultura, prevê 10 exibições em 10 diferentes espaços da região metropolitana, sempre às quartas-feiras, seguido de bate-papo entre a atriz e o público. As primeiras apresentações serão nos dia 21 e 28 de março. A primeira, dia 21/03, dentro da programação da III Mostra de Teatro Cidade Livre, às 10h da manhã. A segunda, dia 28/03, na Oficina Cultural Geppetto, no Setor Pedro Ludovico, às 20h. Todas as apresentações do projeto são gratuitas. A ação, caracterizada como uma temporada teatral circulante, tem o propósito de contemplar públicos diversificados, criando uma agenda com maior duração, trazendo ao espectador a certeza de que em duas quartas-feiras de cada mês, durante cinco meses, haverá teatro em algum lugar da capital. Durante o projeto o público ainda terá a oportunidade de conversar com os realizadores do espetáculo, para falar tanto da produção cênica que ocorre em nossa região, quanto sobre os caminhos que levaram à construção deste trabalho. A diversidade de plateias também se relaciona com a pluralidade dos espaços cênicos que serão utilizados, como no caso do Ponto de Cultura Cidade Livre – Teatro Cidade Livre, em Aparecida de Goiânia; da Escola Municipal Renascer, que fica no bairro Real Conquista; ou da Oficina Cultural Geppetto, no Setor Pedro Ludovico; e ainda a Universidade Federal de Goiás e os cafés e bares da capital que abrem espaço para o teatro; o Espaço Sonhus, no centro de Goiânia; o Instituto Federal de Goiás; o Zabriskie Teatro. Todos são considerados equipamentos culturais, capazes de agregar ainda mais valor ao que está sendo colocado em cena, por suas próprias trajetórias de fomento à cultura.

 

Uma ode à velhice contemporâneaO monólogo “Quando se abrem os guarda-chuvas” tem a atuação de Fernanda Pimenta, que também é co-autora da obra. A direção é da espanhola Elena Diego e a dramaturgia do carioca João Pedro Fagerlande. Sua estreia ocorreu em 2011 e desde então tem conquistado plateias brasileiras e estrangeiras, com um trabalho de teatro físico e poético, que é ao mesmo tempo melancólico e cômico, lírico e áspero, contundente e apaziguador.A oralidade é o ponto de partida da personagem Conceição, uma viúva de mais de 70 anos, que se relaciona com o público de uma maneira calorosa, falando de seu dia-a-dia de pessoa idosa, que viu seu mundo se transformar aos poucos, sem que tivesse o controle dos caminhos que a fizeram chegar até ali. A espevitada figura fala em futuro, em desejos, em como se relaciona com um mundo cada vez mais veloz e tecnológico, e certifica a audiência de sua autonomia e capacidade de se apropriar de tudo isto que agora a rodeia, inclusive sua vontade de novamente amar. Em um decorrer de espetáculo penumbroso e de energia crescente, Dona Conceição contracena com suas memórias e com personagens que estão do outro lado da ligação ou das redes sociais, e as traz tão vividamente para a cena, que chegamos a ouvir suas vozes. Ou seja, quando Dona Conceição abre seu guarda-chuva é tão somente para sair mundo afora, caminhando em direção a um futuro que ainda pode lhe reservar muitas surpresas.

 

FERNANDA PIMENTA Atriz brasileira, 32 anos, residente em Goiânia. Palhaça, dramaturga, produtora, diretora, mestra em artes cênicas e educadora. Iniciou sua carreira teatral aos 17 anos, quando ingressou no Grupo Guará, companhia pertencente à Universidade Católica de Goiás. Permaneceu no grupo até 2008, quando se muda para Londres. Em 2010 volta para o Brasil, desta vez para o Rio de Janeiro, onde fica até outubro de 2013, após regressar de um período de 5 meses de uma residência artística em Portugal e apresentações na Espanha. Em novembro de 2013 regressa à Goiânia, onde atualmente apresenta dois espetáculos como convidada do Grupo Bastet, um infantil como convidada da Cia de Arte Poesia que Gira, e duas peças da Farândola Teatro, grupo que fundou em 2011, juntamente com a espanhola Elena Diego Marina. Desenvolveu pesquisa artística no Mestrado em Artes da Cena na Unicamp, finalizando a dissertação em fevereiro de 2017.

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo teatral “Quando se abrem os guarda-chuvas”

 

Data: 21/03/2018 (4ª feira) – 10h

Local: Teatro Cidade Livre – Av. Progresso, QD 21 LT. 4 CS.01 –

Jardim Monte Cristo, Aparecida de Goiânia  – Tel.: 62 3248 6273

 

Data: 28/03/2018 (4ª feira) – 20h

Local: Oficina Cultural Geppetto – Rua 1013, Qd. 39, Lt. 11, St. Pedro Ludovico – Tel.: 3241 – 8447

 

ENTRADA FRANCA

(Contribuições voluntárias e espontâneas serão bem-vindas, para a continuidade do trabalho do Farândola Teatro).

 

 

Assessoria de imprensa:

Ana Paula Mota / 62 99941 5464 / [email protected]

Outros contatos:

Produção: Plano V Eventos e Cultura / Patrícia Vieira / 62 99948-9556

 

Texto e foto: divulgação.


22 mar 2018
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OLHO na Mostra Latino-americana de Teatro Cidade Livre

A Cia. Teatral Oops!.. volta a entrar em cartaz com seu premiado espetáculo OLHO, dessa vez na III Mostra Internacional de Teatro Cidade Livre, que acontecerá no ponto de cultura Cidade Livre, do dia 17 ao dia 24 de março, na cidade de Aparecida de Goiânia. A peça, que já percorreu diversos festivais pelo Brasil e exterior, será a atração da noite do dia 22/03 (Quinta), às 19:30h e terá entrada gratuita, assim como todos os espetáculos que compõem a grade de programação do festival, que pode ser conferida pelo site:https://www.teatrocidadelivre.com/mostra. 

 Sinopse OLHO

O Homem dá seu depoimento até o final da história. Tal situação faz com que o interlocutor (neste caso os espectadores) assumam o papel de testemunhas da sua história. Esse Homem, que se chama Iago, várias vezes afirma que não é louco. Para provar que está falando a verdade, ele conta os detalhes do crime que cometeu procurando exaltar sua serenidade e lucidez. Adaptação do Conto “Coração Delator” de Edgar Allan Poe, “Olho” é um espetáculo que busca manter a essência narrativa do conto, mantendo toda a atmosfera “noir”, “policial” e terror que o romântico Allan Poe propõe na maior parte de suas obras.
Serviço
3° Mostra de Teatro Cidade Livre – Ed. Latinoamericana
Apresentação do espetáculo OLHO
Dia 22/03 (Quinta) às 19:30h
Entrada Gratuita
Ponto de Cultura Cidade Livre (Av. Progresso, QD 21 LT. 4 CS.01 -Jardim Monte Cristo, Aparecida de Goiânia – GO, Brasil 74.968-330)

Texto e fotos: Cia. Teatral Oops!