Call us toll free:
Best WP Theme Ever!
Call us toll free:
04 nov 2019
Comments: 0

Projeto leva circo para dentro da sala de aula

Companhia Corpo na Contramão oferece oficinas, espetáculos e desenvolve aulas envolvendo a arte circense. Projeto “O Circo Chegou – na escola” acontece em cinco escolas municipais de Goiânia e conta com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura

Já pensou estudar matemática fazendo malabares? Ou aprender inglês lendo histórias de personagens de circo? Foi esta a ideia que Lua Barreto desenvolveu, junto à sua Companhia Corpo na Contramão, e está sendo colocado em prática em cinco escolas municipais de Goiânia. O projeto “O Circo Chegou – na escola”, que tem produção de Luciano Di Freitas, envolve planos de aulas, oficinas e espetáculos e é resultado dos debates com o grupo de pesquisa Circus – Unicamp, onde Lua Barreto faz seu doutorado. O objetivo do projeto é fazer com que o circo se aproxime da rotina, da cultura e da vivência das crianças. O espetáculo “Minha Vida de Palhaço” será apresentado entre os dias 5 e 9 de novembro em cinco diferentes escolas municipais de Goiânia. Em seguida, o grupo, que conta ainda com o artista Luís Rick, oferecerá oficinas para que os alunos tenham uma vivência com as atividades circenses. As apresentações do dia 5 a 8 serão abertas à comunidade escolar. A do dia 9 de novembro, na Escola Municipal Presidente Vargas, na Vila São João Vaz, poderá ser assistida por qualquer pessoa e a entrada é gratuita.

Os planos de curso envolvendo o circo já estão sendo cumpridos pelos professores das escolas escolhidas pela companhia. Para o desenvolvimento deste produto, Lua entrou em contato com estes professores para que eles indicassem quais conteúdos eles gostariam de ensinar através de uma abordagem a partir do circo. O resultado foi pensar redação, língua portuguesa, inglês e até matemática envolvendo o circo. “O circo é transversal e é diverso. É perfeito para promover a transdisciplinaridade na escola”, conta a pesquisadora. O projeto passa por escolas do Novo Horizonte, Jardim Guanabara, Jardim Atlântico, Setor São José e Vila João Vaz.

O resultado deste projeto é ter o circo fazendo parte da vida e do dia-a-dia das crianças colaborando com o aprendizado de outras disciplinas de uma forma mais lúdica. Agora que os alunos já conhecem melhor esta arte e aprenderam outras coisas a partir dela, é chegado o momento de verem o espetáculo e até experimentarem ser um pouquinho artistas com as oficinas de técnicas circenses.

Espetáculo

Para apresentar o circo às crianças, a companhia escolheu o veterano espetáculo “Minha Vida de Palhaço”, que vem sendo apresentado desde 2007. Já passou por diversas escolas, parques e ruas de Goiás, além de estados como Ceará, São Paulo e Pernambuco. O espetáculo conta um pouco da história do circo. “Este trabalho foi criado a partir de improvisação do ator Marcelo Marques e de narrativas de artistas que trabalhavam em circo de lona e circo itinerante. São histórias que meus professores me contavam”, adianta a artista.

A companhia

A Companhia Corpo na Contramão realiza há mais de vinte anos um trabalho de pesquisa em união de técnicas e linguagens. São mais de vinte espetáculos que transitam entre a dança, o teatro, a música e o circo. Nos trabalhos da cia o artista é que preenche o palco. Através de texto, voz e corpo, procuram criar em torno da figura do ator um polo gravitacional, buscando potencializar a sua expressão, prescindindo de maiores efeitos de cenário e figurino. O momento de imersão de Lua Barreto em sua pesquisa de doutorado impacta diretamente o trabalho da companhia, trazendo o que há de mais atual em relação aos debates sobre pedagogia circense.

Sinopse

Em “Minha Vida de Palhaço” o palhaço Mocotó conta como, quando ainda era um menino, se apaixonou por uma trapezista e fugiu com o circo. Enquanto narra a sua história, vários personagens vão surgindo diante do espectador. Todos eles são vividos pelo ator Marcelo Marques. A deliciosa história de um menino comum que cresceu no circo e se tornou um grande artista. Um mundo lírico vai sendo desenhado, com as histórias que povoam o universo circense. A criança que foge com o circo e vai ser tratador dos elefantes, vira um ajudante de mágico muito atrapalhado e, pelas mãos de um velho mestre palhaço, aprende o segredo de como ser um verdadeiro artista.

Ao longo do espetáculo, o ator mostra toda a sua versatilidade, jogando malabares, fazendo números de equilibrismo em escada livre e trapézio. As peripécias do palhaço Mocotó se fundam essencialmente no trabalho de ator. Com imaginação e alegria o público vai viajar com o circo através da vida do palhaço Mocotó, sua infância, seu crescimento e o momento em que ele se vê no lugar de seu velho mestre palhaço. Um espetáculo divertido, leve, com sabor de circo.

Ficha técnica:

Texto e Direção: Lua Barreto Elenco: Marcelo Marques Trilha Reginaldo Mesquita Assistente de palco: Tainá Marques Produção: Cia Corpo na Contramão Fotografia: Layza Vasconcelos / Max Malman

Serviço: Projeto “O circo chegou” apresenta espetáculo “Minha Vida de Palhaço” em escolas municipais

5/11 – Escola Municipal Professor Percival Xavier, Novo Horizonte, 14h

6/11 – Escola Municipal Pedro Costa de Medeiros, Jardim Guanabara, 14h

7/11 – Escola Municipal Pedro Gomes de Menezes, Jardim Atlântico, 14h

8/11 – Escola Municipal Coronel Salomão Clementino, Setor São José, 14h

9/11 – Escola Municipal Presidente Vargas, Vila São João Vaz, 8h

Texto e fotos: divulgação.


13 out 2019
Comments: 0

Qual é a sua lembrança mais querida?

Qual é a sua lembrança mais querida? Qual é o seu medo guardado pra ninguém saber? Onde eles estão guardados.

Juca Mole e Ana Banana têm muitas caixas e em cada uma há um segredo que ao ser revelado suscita delicadas emoções e convida ao brinquedo. Suas coleções serão abertas e compartilhadas com você.

Ao final, numa grande viagem, eles descobrem que nem todos os segredos podem ser compartilhados. “Há coisas que são muito queridas e que não devem ser divididas” e que fazem parte de uma coleção muito particular: de Segredos.

Personagens Juca Mole e Ana Banana.

Concepção do espetáculo Segredos

Segredos foi criado a partir do desejo dos atores Alexandre Augusto e Ana Cristina Evangelista de mergulharem nas pessoas dos palhaços Juca Mole e Ana Banana. A dupla de palhaços já era resultado da pesquisa dos dois atores no Teatro de Máscara, que contou com os ensinamentos de técnicas pré expressivas de mestres como Lume Teatro, Tiche Vianna, Ésio Magalhães, Pepe Nunes, Sue Morrison e Chaccovacci. Até então a dupla Juca Mole e Ana Banana atendia à construção clássica de Branco e Augusto. Os atores tinham domínio técnico, mas necessitavam ir além. Segredos abriu a possibilidade de um aprofundamento na humanidade desses dois palhaços, que resultou no amadurecimento da pesquisa e da relação deles com o público.

A princípio nós, atores, partimos das indagações: quem são Juca Mole e Ana Banana verdadeiramente? Qual é a história de vida desses palhaços? O que os move? Afinal de contas o palhaço é a essência das pessoas dos atores e estes vão com suas máscaras mínimas ao encontro com o público. Como dar ao público o conhecer essas duas pessoas? Pensamos então em compartilhar os segredos de Juca Mole e Ana Banana.

Como compartilhar segredos? Quais são eles?

É necessário, antes de mais nada, de uma atmosfera de intimidade. Pensamos então que Juca Mole e Ana Banana receberiam o público em sua casa, revelariam a sua rotina cotidiana e compartilhariam sua coleção de lembranças e seus sentimentos. Para tanto nós, atores, iniciamos então a nossa emocionante busca por nossos próprios conteúdos pra construirmos esse lugar.  Começamos por nossas lembranças de infância: fotos, acontecimentos especiais, brincadeiras preferidas, objetos de estimação, lugares e cheiros. Vasculhamos nossa subjetividade em diálogos de sala de ensaio e levantamos nossas dúvidas, medos, desejos, e coragens de adultos. Percebemos um conteúdo universal que se comunicaria com todas as idades. Então partimos para a construção da dramaturgia.

Nos propusemos um processo de dramaturgia “Kamikaze” . Elaboramos um Canovaccio/Roteiro, que não se configurou enquanto um texto fechado, mas sim, um detonador de experiências com o público, que nos ajudaria, por meio do jogo, a construir a dramaturgia final. Esse Canovaccio trazia ações físicas cotidianas dos palhaços em sua casa, que incluíam a organização de coleções. As coleções variavam desde fotos, brinquedos, objetos pessoais até elementos sinestésicos e de ordem subjetiva. Seguros nessas atividades rotineiras e no cumprimento de normas de organização, o conflito se instala quando as lembranças de Juca Mole e Ana Banana motivam um desejo de subversão dessa ordem estabelecida por padrões sociais absorvidos ao longo do processo de perda da infância. Os dois decidem, então, superar os medos e transformar a casa em um barco para se entregarem a uma viagem sem destino certo em busca de um resgate do que fora perdido.

Esse roteiro foi colocado em prática em uma temporada de ensaios abertos ao público, que chamamos de pré estreia. Experimentamos diversas possibilidades e no jogo com o público fomos aos poucos selecionando o que percebíamos que fazia sentido. Essa foi a última etapa do processo de montagem do espetáculo.

Onde os segredos de Juca Mole e Ana Banana estão guardados?

Em caixas.

A partir disso sabíamos da casa, das caixas e precisávamos de uma estética. Convidamos Edith Lotufo, designer, artista plástica e grande amiga, para fazer parte do projeto como cenógrafa. Edith agregou um enorme valor conceitual ao espetáculo, trazendo a sua pesquisa de reaproveitamento e reciclagem de papel para a concepção do cenário. Num momento mundial em que é urgente que reeduquemos a nossa relação com os bens de consumo, que critiquemos o desperdício, Edith nos abriu pra novos significados e nos proporcionou a oportunidade de descobertas de jogos com os objetos criados a partir do papel craft e do papelão.

O lúdico foi a tônica da elaboração de uma casa, em duas estruturas que são manipuladas como brinquedo e se transformam surpreendentemente em um barco. Os segredos são guardados em caixas. Em contraposição ao computador, ao pendrive, ao HD, queríamos resgatar a relação afetiva com o conteúdo da memória. Os palhaços abrem caixas adornadas com motivos infantis coloridos, que os transporta para um passado que se transforma em presente – aqui e agora – na relação entre os dois e deles com a plateia. De dentro das caixas eles tiram elementos sinestésicos, táteis, brinquedos e fotos, que são projetadas, com cenas da infância dos palhaços, que são compartilhados com a plateia em momentos de interatividade.

Para envolver esses objetos em uma atmosfera de leveza e aconchego, o espaço cênico é vestido por tecidos claros que acolhem a projeção de slides e uma iluminação calorosa e colorida, que dá o tom intimista e receptivo do interior da casa dos palhaços.

Para a trilha sonora, buscamos músicas com o som do acordeom.  Esse instrumento nos lembrava de palhaço e nos parecia lírico. Queríamos momentos com certa dose de melodrama no espetáculo, que nos ajudasse a conduzir as emoções do público de forma poética. Com esse instinto buscamos a presença de músicas de Ênio Moricone e Nino Rota na trilha do espetáculo.

Texto: Divulgação | Fotos: Layza Vasconcelos.


10 set 2019
Comments: 0

O grupo artístico Ciranda da Gente/Seduc apresenta o espetáculo “A Jovem Guarda”

O grupo musical Ciranda da Gente/Seduc apresenta o espetáculo A Jovem Guarda”, promovido pelo Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, da Secretaria de Estado da Educação. O evento ocorrerá na terça-feira (10/09), às 20h no Teatro SESI.

  Formado por professores da rede estadual de ensino, o grupo atua de forma específica na área de música e conta com a direção geral de Luz Marina de Alcantara. Coordenado por Getúlio Chartier, o Ciranda da Gente/Seduc é composto pelos seguintes integrantes: Valéria Mendes (voz soprano), Fran Ungarelli (voz contralto), Danilo Duarte (voz tenor), Getúlio Chartier (voz baixo), Bruno Rejan (baixo elétrico), Fausto Baptista (bateria) e Marcos Santos (piano/arranjos/ direção musical).

A apreciação musical é fundamental para o bom desenvolvimento do processo educativo em música, sensibilizando a plateia e criando novos elementos de análise e reflexão, graças ao envolvimento com a performance direta. A música popular brasileira possui grande diversidade e riqueza sonora, promovendo um diálogo e comunicação direta com o público.

O grupo propõe a apreciação musical conecta ao contexto, aos compositores e aos diversos estilos e gêneros da música popular brasileira. Promove, portanto,  concertos didáticos, o que estimula os alunos da rede estadual de ensino público a participarem das aulas de música e dos projetos educacionais complementares.

SOBRE O ESPETÁCULO

            Em 1965 estreava, na antiga TV Record, um programa musical destinado ao público jovem da época, intitulado Jovem Guarda. Esse programa era levado ao ar aos domingos à tarde e era apresentado pelo trio Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia. Esse trio ganhou muita popularidade por meio do programa e passou a liderar as paradas de sucesso da época, conquistando o status de ídolos da juventude juntamente com outros artistas, como Wanderley Cardoso, Ronnie Von e Jerry Adriani. Aos poucos, o nome do programa passou a ser associado ao estilo musical, ao comportamento e ao modo de vestir desses artistas, ampliando a ideia do programa televisivo para um movimento cultural brasileiro.

            Com influências diversas, vindas do rock-and-roll britânico e americano, canções românticas italianas e francesas, os artistas da Jovem Guarda criaram uma linguagem própria denominada de “Iê-iê-iê”. Suas músicas retratavam elementos e situações do cotidiano tipicamente urbano, como o uso do termo “broto” para falar de uma ‘menina nova e bonita’, e a referência aos carros (objetos que traduziam status social na época). A Jovem Guarda, além de apresentar elementos musicais, articulava aspectos simbólicos do dia a dia dos jovens nas letras das músicas, nos cenários do programa de TV e nas roupas dos artistas, delimitando claramente o que caracterizava esse momento.

            O espetáculo “A Jovem Guarda” reúne as principais músicas desse movimento numa apresentação em que todos os elementos do palco dialogam com os ambientes do período da década de 60. O cenário do espetáculo, o figurino de cada músico/cantor e as palavras escolhidas em cada fala tem como objetivo conduzir a memória do espectador para o contexto daquela época. Fazem parte do repertório canções como: Pare o Casamento, Pode Vir Quente Que eu Estou Fervendo e Festa de Arromba.

            É importante salientar que esse espetáculo não é uma imitação literal da Jovem Guarda, mas sim uma apresentação inspirada nesse movimento. Nessa releitura feita pelo grupo Ciranda da Gente/Seduc, cada artista envolvido traz também a sua personalidade. A exemplo disso destaca-se a estruturação dos arranjos musicais. As músicas são arranjadas para um quarteto vocal, em que o pianista/arranjador Marcos Santos traz suas características musicais e pessoais para cada obra. Os integrantes do grupo também compõem esse emaranhado de contribuições para a releitura da Jovem Guarda através de suas potencialidades.

SOBRE O GRUPO

O grupo Ciranda da Gente/Seduc desenvolve pesquisas no campo da educação musical e da Música Popular Brasileira (MPB). O fruto desta pesquisa reverbera em ações de apreciação musical crítica e estética de alunos e professores da Seduc-Goiás, bem como da comunidade goiana, de modo geral, por meio de apresentações didáticas e artísticas. Utiliza-se da música como apropriação reflexiva, consciente e transformadora na escola.

Uma parte importante desse trabalho está na parceria com a Webzine, que é uma revista eletrônica alimentada com arranjos musicais, técnicas vocais e contextos referentes ao tema. Tudo isso para que o professor possa acessar de seu ambiente de trabalho uma metodologia mais acessível aos estudantes. As escolas são agendadas e orientadas para receberem as apresentações culturais que acontecem dentro da sala de aula com duas turmas por apresentação, com a possiblidade de acontecer até três apresentações na data e no turno solicitado.

No ano de 2018, tivemos acesso recorde nas escolas, pois foram quase sessenta apresentações no todo com o espetáculo A Casa de Vinícius “Bossa Nova”, além de muitas agendas para este semestre.

SERVIÇO

Data: 10/09/2019 (terça-feira)

Horário: 20h

Local:  Teatro SESI (Av. João leite, 1.013, Setor Santa Genoveva. Telefone: 3269-0800)

Entrada: Doação de 2 kg de alimentos ou um livro literário. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro

Mais informações: (62) 3261-6619

Texto e foto: divulgação.


10 set 2019
Comments: 0

Aldeia Sesc de Artes invade Goiânia, Jataí e Itumbiara com grandes atrações

O evento terá programação acessível com intérpretes de Libras em todos os shows e espetáculos

Vem aí o maior evento cultural de Goiás! O Aldeia Sesc de Artes que invade entre os dias 7 e 20 de setembro, as cidades de Goiânia, Itumbiara e Jataí, com duas semanas de muita música, apresentações culturais, oficinas, espetáculos e muito mais. O evento terá programação acessível com intérpretes de Libras em todos os shows e espetáculos. Na capital goiana, as grandes atrações desta edição serão Diogo Nogueira, Leoni, Cássia Kis, além de grupos e artistas locais e de outros estados. A programação está imperdível e conta com apresentações no Teatro Sesc Centro, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho, Teatro Puc – campus V e Teatro Madre Esperança Garrido. A Aldeia Sesc de Artes adotou entrada “meia-solidária” em toda a programação, ou seja, quem doar 1 Kg de alimento não perecível* terá direito à meia-entrada.

Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural, o evento já se tornou compromisso no calendário dos goianos e surpreende o público a cada edição.  Desta vez, a atriz global Cássia Kiss já se apresentou em Goiânia com o espetáculo “Meu quintal é maior que o mundo”, no Teatro da Puc, no sábado (07). Leoni sobe ao palco do Teatro Madre Esperança Garrido com seus sucessos de voz e violão, no sábado, dia 14, às 20h30. Já Diogo Nogueira se apresenta no Teatro Rio Vermelho na sexta, dia 20, a partir das 20h30, com o show “Tá faltando o quê?”.

Na programação da capital vão acontecer diversas oficinas criativas, algumas serão gratuitas, outras terão investimento no valor de R$ 10. Também serão ministrados cursos sobre artes circenses e música. Para participar é preciso se inscrever com antecedência. Os valores são R$ 25 – Trabalhadores do comércio e dependentes; R$ 35 – profissionais de artes circenses e estudantes de Cênicas; R$ 50 – público em geral. Para cursos é necessário fazer a pré-inscrição pelo site e os selecionados devem se inscrever com antecedência na unidade. As inscrições, tanto para oficinas quanto para cursos, devem ser feitas na Central de Atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

No sábado (14), o OverDoze vai reservar doze horas de uma programação imperdível, com espetáculos, contação de histórias, oficinas e lançamento do livro “Almanaque da Paz”, do escritor César Obeid. O público também vai contar com happy hour às segundas (9 e 16) e shows na hora do almoço às sextas (13 e 20), na varanda do Sesc Centro, com música e muita animação.

O Sonora Brasil, projeto nacional do Sesc, também chega à Aldeia Sesc de Artes Goiás com a força da mulher na música brasileira, sempre às 19h, no Teatro Sesc Centro. Na terça (17) tem Líricas Negras, na quarta (18) é a vez de Líricas Transcendentes, na quinta (19) Líricas Históricas e na sexta (20) Líricas Modernas. Outro projeto nacional que integra a programação é o Palco Giratório, que traz o monólogo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, na quarta, dia 18 de setembro, às 20h30, no Teatro Goiânia. A entrada para os dois projetos nacionais é 1 Kg de alimento**, que deve ser trocado pelo ingresso com antecedência no Sesc Centro ou na portaria do teatro duas horas antes do início do espetáculo ou concerto.

Em Itumbiara, a programação conta com show de Leoni, o projeto Sonora Brasil, oficina e espetáculos infantis.  As atrações de Jataí serão Leoni, Sonora Brasil, shows, espetáculos, oficinas e mostras de cinema. Para conferir a programação completa, basta acessar sescgo.com.brVale lembrar que a mesma está sujeita a alterações.

Ingressos

Teatro Sesc Centro:

Espetáculos para adultos:

R$ 23 – Inteira

R$ 11,50 – Meia-entrada

R$ 10,50 – Conveniados

R$ 8,50 – Trabalhadores do comércio

Espetáculos infantis:

R$ 15 – Inteira

R$ 7,50 – Meia-entrada

R$ 15 – Conveniados

R$ 10 – Trabalhadores do comércio

Teatro Madre Esperança Garrido, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho e Teatro da Puc – Campus V

R$ 40 – Inteira

R$ 20 – Meia-entrada

R$ 15 – Conveniados

R$ 10 – Trabalhadores do comércio

Cursos

Valores:

R$ 25 – trabalhadores do comércio e dependentes;

R$ 35 – profissionais de artes circenses e estudantes de Cênicas;

R$ 50 – público em geral.

As pré-inscrições devem ser realizadas pelo site sescgo.com.br.

As inscrições devem ser feitas na central de atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

Oficinas

Valor: R$10,00

As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

Serviço:

Aldeia Sesc de Artes invade Goiânia, Jataí e Itumbiara com grandes atrações

Onde: Teatro Sesc Centro, Teatro Madre Esperança Garrido, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho e Teatro da Puc – Campus V; Sesc Jataí, Sesc Itumbiara.

*Meia-solidária em toda a programação. Quem doar 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá) terá direito à meia-entrada. A compra do ingresso solidário só terá validade mediante entrega do alimento na portaria do teatro.

**A entrada para os projetos nacionais Sonora Brasil e Palco Giratório será 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá), que deve ser trocado pelo ingresso com antecedência no Sesc Centro ou na portaria do teatro duas horas antes do início do espetáculo ou concerto.

Pontos de vendasescgo.com.br 

Central de atendimentos do Sesc Centro (Rua 15, esquina com rua 19, Setor Central –  Goiânia)

Central de atendimentos do Sesc Itumbiara – Rua Severiano de Paula, Qd. 02 Lt. 17, Setor Bela Vista. Itumbiara (GO)

Central de atendimentos do Sesc Jataí – Rua Deputado Costa Lima, nº 2.034, Santa Maria. Jataí (GO)

Informações 

Goiânia: (62) 3933-1700

Para conferir a programação completa, basta acessar aquiA mesma está sujeita a alterações.

Texto: Divulgação.


03 set 2019
Comments: 0

Jornalista e escritor goiano lança livro de crônicas da repressão policial

“Insurgência – Crônicas da Repressão” é um livro-reportagem sob a ótica de estudantes que sofreram violência policial em três grandes manifestações contemporâneas: contra a antiga PEC 55/241 nos dias 29 de novembro e 13 de dezembro de 2016, em Brasília, e a paralisação geral contra a reforma da previdência e a reforma trabalhista no dia 28 de abril de 2017, em Goiânia.

São crônicas que, em conjunto, formulam uma crônica maior sobre a repressão policial no sentido de compreender as motivações dos agentes coercitivos, as consequências na vida dos sujeitos-vítimas e a experiência que é passar por este tipo de situação dentro da luta estudantil em repúdio à criminalização dos movimentos sociais.

Além disso, a construção de um material voltado às experiências das vítimas teve a intenção de estabelecer novos registros para apreender e interpretar os recentes acontecimentos históricos os quais não devem ser esquecidos nem distorcidos, no sentido de instrumentalizar o Jornalismo na direção de narrativas insurgentes. O livro é fruto de um TCC na área de Jornalismo/UFG.

Sobre o autor

Bruno Destéfano é jornalista e escritor, e é uma dessas vozes do livro. Ele estava lá. Estava em Brasília. Estava em Goiânia. Estava no momento em que o estudante de Ciências Sociais caiu no chão asfaltado da Praça do Bandeirante, ensanguentado e inconsciente. Em ambos os contextos, sofreu e presenciou a repressão. Em Brasília, uma bomba de gás lacrimogêneo foi arremessada a poucos metros de seu corpo e infelizmente não conseguiu fugir a tempo. Sentiu os pulmões se fecharem. Sentiu o medo tomar conta de suas percepções. Fechou-se.

Pré-venda: https://www.editoraletramento.com.br/produto/insurgencia-cronicas-de-repress-o-357 .

Texto e fotos: divulgação.


23 jul 2019
Comments: 0

Viola cabocla

O espetáculo Viola Cabocla: a história da viola cantada e contada, trata-se
de um misto teatral e musical que procura trazer algumas informações
sobre a viola – suas origens obscuras, sua vinda para o Brasil, trazida pelos
Jesuítas, e sua expansão e variações pelo imenso território nacional. O
trabalho resulta de uma seleção de músicas caipiras de raiz, feita por
Adriana Caldas (violão) e pelo violeiro Catupé. O texto é de Nilton
Rodrigues.

Viola Cabocla não é uma aula, nem mesmo um espetáculo didático,
embora seja rico em informações calcadas em séria pesquisa. A direção de
Maria Cristina Souza procurou priorizar o prazer da boa música, a fruição,
o lazer do espectador.

O espetáculo teve sua estreia na 15º Galhofada, em maio de 2018, em
Goiânia, seguindo com 9 apresentações, de junho a setembro de 2018, em
escolas do município de Senador Canedo.

Serviço

Viola cabocla
Dia: 23 de Julho (Terça no Teatro)
Horário: 20 horas
Classificação etária: Livre
Ingressos: Doação de 2 kg de alimentos ou 1 livro literário

Texto/foto: divulgação.


04 jul 2019
Comments: 0

Sobre a espinha dorsal de um tigre

As questões do fazer artístico teatral embasam o novo trabalho da Cia de Teatro Sala 3, No dorso instável de um tigre, que estreia nessa quinta-feira, 04 de julho. O espetáculo surge em referência aos 15 anos da companhia, que construiu um repertório de espetáculo que a fez vivenciar sob diversos aspectos o fazer teatral, perpassando obstáculos e conquistas práticas e ideológicas. Uma série de inquietações que surgiram e, possivelmente, surgem em diversos grupos que se propõem a trabalhar com teatro e a relação entre criar arte e inovar nesse meio, os desejos, sentidos e rituais do artista, as diversas referências textuais e estéticas com as quais se deparam, o medo do palco, entre outros, compõem uma mesmo universo retratado no espetáculo.

No dorso instável de um tigre traz algumas referências como estímulo para criação, são elas: por que teatro?; criar arte e inovar; o teatro e suas referências; desejos, sentidos e rituais, stage fright (medo do palco) e celebrar a arte. A partir desses estímulos, o processo de criação do espetáculo se desdobrou em discussões e experimentações de possibilidades teatrais e performáticas que culminou no espetáculo, cujo nome é inspirado em um conto da Fernanda Torres, onde ela também narra algumas inquietações artísticas, o que de certa forma validou muitos dos devaneios do processo criativo.

No palco, 10 atores se dividem entre cenas que, ora predomina a dança, ora predomina o teatro, ora prevalece a performatividade e as visualidades. É possível ainda dizer que tanto a comédia, como a tragédia e o drama (enquanto gêneros teatrais) estão presente em cena em momentos diferentes, trazendo ao espetáculo uma mescla de sensações e sentidos, e ainda ressaltando a ironia como um recurso de linguagem bastante explorado.

SERVIÇO
Datas: 04 de julho a 08 de julho
Local: Vila Cultural Cora Coralina
Horário:
19hs

Endereço:
Duração do espetáculo:
110 minutos


ENTRADA FRANCA

(Espetáculo recebe apenas 40 espectadores por sessão)

**O convite/ingresso deverá ser obtido após preenchimento do formulário no link: https://forms.gle/gKSjabnkzPbyuZRf7 .

***A confirmação de ingresso chegara via e-mail. O portador do ingresso deverá estar com algum documento pessoal para confirmar sua autenticação.

Gênero: Teatro Contemporâneo
Classificação: 14 anos

Texto: Kalyne Menezes, com informações da Cia de Teatro Sala 3. Foto: Divulgação.


04 jul 2019
Comments: 0

Férias no SESC!

A criançada vai se divertir com gincanas, oficinas e jogos  

O período das férias escolares é um momento bastante aguardado pela criançada, que espera ansiosa para aproveitar ao máximo todos os dias com muita brincadeira e diversão. Pensando neles, nos papais e mamães, as unidades do Sesc Goiás já preparam as suas programações para o mês de julho.

Jogos, brincadeiras, ginásticas, gincanas, trabalhos manuais, festa temática, festivais recreativos, recreação esportiva e aquática, oficinas, palestra de educação em saúde, contação de histórias, piquenique, sarau kids, dia de recruta, dia de cinema e brinquedos infláveis. Essas são algumas das atrações de todas que serão oferecidas para as crianças.  

Confira tudo aqui e aproveite os dias ensolarados de folga com a gente!

Sesc Anápolis

A programação do Sesc Férias de Anápolis está especial! Crianças de 5 a 12 anos terão duas semanas dedicadas totalmente para eles. A primeira, entre os dias 8 e 12 de julho e a segunda entre os dias 15 e 19 de julho, ambas das 13h às 19h.
Meninos e meninas de 13 a 16 anos também terão cinco dias especiais no Sesc Férias de Anápolis. A programação para eles será entre os dias 23 e 26 de julho, das 13h às 19h. O valor para dependentes de trabalhadores do comércio é de R$ 60, já para dependentes dos funcionários Sesc e Senac o preço é R$ 30, para conveniados R$80 e para o público em geral R$ 160.

O valor para dependentes de trabalhadores do comércio com cartão atualizado do Sesc é de R$ 110, para dependentes de funcionários Sesc e Senac o preço é R$ 55, para conveniados R$ 145 e para o público em geral R$ 290.

As vagas para o Sesc Férias de Anápolis são limitadas e as inscrições são feitas pela Central de Atendimentos. A unidade está localizada na Avenida Santos Dumont com Zeca Louza, bairro Jundiaí. Para mais informações: (62)3902-6900

Sesc Faiçalville

As férias no Sesc Faiçalville também estão garantidas! A unidade preparou uma programação exclusiva para as crianças de 5 a 14 anos. Com jogos, recreação e gincanas, o Sesc Férias Faiçalville será realizado em duas semanas, a primeira do dia 8 a 12 de julho e a segunda do dia 15 a 19 de julho, ambas das 8h às 17h.  

As vagas são limitadas e as inscrições iniciam no dia 20 de maio pela Central de Atendimento. O valor referente a uma semana para dependentes de trabalhadores do comércio é de R$135, conveniados R$176, já para o público em geral é R$270. Esses preços podem ser divididos em até 10 vezes no cartão de crédito.

A unidade está localizada na Avenida Ipanema Qd. 234/236, nº. 1.600 – Setor Faiçalville, em Goiânia (GO). Para mais informações: (62)3522-6330

Sesc Universitário

No mês de julho, o Sesc Universitário promoverá uma colônia para entreter a garotada, com o tema “Fazendo Arte”.  A programação contará com gincanas recreativas coletivas, show de talentos, festas temáticas festa das cores, gincanas aquáticas, gincanas com brinquedos pedagógicos gigantes além de brinquedos radicais como a parede de escalada, cineKids, estação de observação astronômica, HighJump water line, dentre outras atividades. A colônia vai do dia 08/07 a 12/07/2019 das 8h às 17h, tendo como público alvo crianças de 7 a 10 anos.

As inscrições devem ser realizadas de 4 de junho à 8 de julho na Central de Relacionamentos do Sesc Universitário, localizado na Avenida Universitária, n° 1749, no Setor Leste Universitário. As vagas serão destinadas aos dependentes de trabalhadores do comércio. Com possibilidade de inclusão do público geral caso ainda reste vagas na última semana do período. O telefone para informações é (62) 3522-6199.

Valores de inscrição:

Dependente de Trabalhadores do comércio – R$ 120
Dependentes de Conveniados – R$ 160
Comunidade em geral – R$ 240

Texto e foto: divulgação.


25 jun 2019
Comments: 0

CCON é a nova sede do projeto Yoga na Rua

A partir dessa quinta-feira, 27 de junho, a Esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer é a nova sede do Projeto Yoga na Rua. As aulas acontecerão todas as quintas-feiras, às 19h, e serão ministradas por professores que compõem a equipe de Ciro Castro, goiano radicado em São Paulo, que é o responsável pelo projeto e idealizador do Espaço Yogapada, em Higienópolis, na capital paulista, centro referência em práticas de bem estar. O Oscar Niemeyer é unidade da Secretaria de Cultura de Goiás (Secult Goiás).

O projeto Yoga na Rua procura abordar as posturas do Yoga, os chamados asanas, da mesma maneira que um grafiteiro coloca sua arte no muro. Ou seja, intervindo no ambiente urbano com a sua prática e desta forma trazendo um questionamento sobre a maneira que nos relacionamos nas grandes cidades.

Ciro destaca que o projeto surgiu de uma necessidade de desmitificar algumas visões sobre Yoga. Ele diz que se incomodava com propagandas, fotos e materiais de divulgação que mostravam apenas iogues com a beleza “padrão” e em lugares paradisíacos. “O Yoga pode ser feito por qualquer pessoa e em qualquer lugar. Por isso, realizei ensaios fotográficos em lugares urbanos como a Rua Augusta, em São Paulo, no Mercado Central e na Rodoviária de Goiânia, tudo isso para quebrar o padrão do “Olimpo”. Desse ensaio, surgiu a ideia de realizarmos aulas gratuitas em lugares urbanos”.

Para Ciro, as aulas no Centro Cultural Oscar Niemeyer fomentarão os benefícios da Yoga. “Ficamos extremamente felizes com o convite de realizarmos as aulas no CCON, porque a prática do Yoga é para todos. A realização de aulas em um centro cultural é sempre positiva já que permite com que várias pessoas tenham acesso à prática”.

O professor destaca que o Yoga traz diversas vantagens tanto na parte física como emocional. “Quem pratica Yoga percebe, em cerca de dois meses, benefícios em todas as áreas. Se uma pessoa sofre com stress, ansiedade, o Yoga regula isso pois trabalhamos muito a respiração. A prática também auxilia no autoconhecimento.”

Para participar das aulas, basta trazer o próprio tapete e ser pontual. O Centro Cultural Oscar Niemeyer desenvolve diversos projetos para devolver o espaço cultural à população goiana. Uma programação especial de férias está sendo desenvolvida pela equipe da recém-inaugurada Biblioteca Infantil. Também estão previstos um Festival de Astronomia, Sessões do Cineclube do CCON e uma exposição com o acervo técnico do Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC).

Yoga na Rua no CCON
Data de início: 27 de junho (quinta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Esplanada do CCON
Obs: Trazer o próprio tapete e ser pontual!
As aulas acontecerão todas as quintas feiras.


Texto: DIvulgação
Foto: Ciro Castro


15 maio 2019
Comments: 0

Jornalista goiano escreve conto de terror no 1° livro da Fatos Desconhecidos

O primeiro livro da Fatos Desconhecidos já chegou ao top 3 de vendas da Amazon, na categoria terror. O Diário de Pandora é um composto de três histórias de terror feitas por três autores diferentes, registradas por Pandora, um anjo mais curioso, que condenou a si e à humanidade para sempre.

Um desses contos é do jornalista goiano Bruno Destéfano, cuja trama consiste no momento em que o jovem Adolfo submerge em uma profunda paralisia do sono. Com o corpo travado e em silêncio, ele vai ser obrigado a encarar certa criatura que habita em seus sonhos, que tem muito a dizer ou a mostrar.

O diário

A incontrolável curiosidade de Pandora abriu as portas para a maldade e espalhou sobre a Terra acontecimentos horrendos que assolam os seres humanos há décadas. Mesmo sendo um dos anjos mais adorados de Deus na época em que os humanos foram criados pelo Criador, Pandora se deixou consumir pela curiosidade e cedeu ao impulso, ao desejo do oculto, e desobedeceu a ordem divina. A história mudou para sempre quando Pandora abriu a caixa criada por Deus para guardar as iniquidades do mundo, extraídas com cuidado das possibilidades humanas.

Fraquezas humanas, vícios, agressões, traições, guerras, barbáries, transgressões, medos e, pode acreditar, até demônios se lançaram para fazer da vida humana um completo caos. A barbárie inexplicável para os seres humanos se tornou rotineira e espalhou-se por toda parte daquilo que Deus havia criado para ser o lugar perfeito, para seus seres perfeitos.

(Divulgação)

O ato não passou em vão. Banida do paraíso, Pandora percorre os 7 cantos da Terra presenciando horripilantes histórias, frutos da sua curiosidade inadequada. Ao entregar o seu diário para os humanos, o anjo aposta em uma forma de reparar o erro cometido, prometendo que se tiverem a mesma curiosidade que ela, receberão sua intercessão e zelo.

O diário guarda instruções com nove histórias detalhadas direcionadas para todos que tiverem coragem de ler. Cada uma das situações é contemplada por uma lição feita para auxiliar o mundo a lidar com toda a maldade existente no dia a dia da humanidade. Pandora descortina cada caso e explica a razão de suas escolhas.

Pré-Venda: O Diário de Pandora (vol. 1)

Capa comum: 250 páginas |
Editora: Páginas Desconhecidas; Edição: 1ª (2019) | Preço: R$ 27,00

Acesse: https://www.amazon.com.br/dp/6580429003?fbclid=IwAR2HRB9YHhp90n4MC_8TXcIXBOy8aevvjA2wt3KGrKW54_soYWeqOTBubw8

Texto: APF, com informações da Fatos Desconhecidos.