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25 mar 2018
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Alunos de Produção Cênica celebram Júlio Vilela em espetáculo

Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela acontece no dia 27 de março, às 20h, no Centro Cultural Martim Cererê

Local que abrigou por mais de 15 anos o espetáculo Jú Onze e 24 e que deu o nome de Júlio Vilela a um dos seus teatros, o Centro Cultural Martim Cererê é o palco de Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela, projeto de Conclusão de Curso de alunos de Produção Cênica do ITEGO em Artes Basileu França. O espetáculo ocorre na terça-feira (27/03), Dia Internacional do Teatro, às 20h.

Júlio Vilela (1961-2006) foi um ator e diretor paulistano que conduziu Jú Onze e 24. O grupo/espetáculo ficou conhecido por se apresentar com cenas e performances de drag queens em diferentes espaços até se firmar no palco da sala Pyguá, do Centro Cultural Martim Cererê (GO). Ali permaneceu por mais de 15 anos (1991-2006) na sala que hoje recebe seu nome como forma de homenagem.

O TCC que se materializa

Um conjunto de quadros antológicos da trajetória de Jú Onze e 24 perfilados para uma homenagem alegre e comovente. Assim, alunos de Produção Cênica revisitam uma história de humor, irreverência e deboche com Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela. O espetáculo lida com a memória e tem como propósito ressignificar os elementos simbólicos que marcaram uma bela página da história das artes cênicas de Goiás.

Júlio Vilela deixou uma lacuna que não há como ser preenchida. Numa cidade que preza pelo esquecimento, lembrar Júlio e sua contribuição para o cenário artístico é necessário, como afirma o diretor, ex-Secretário de Cultura de Goiânia, e também aluno do curso, Sandro di Lima: “Não é possível contar a história de Goiânia se não contamos as histórias das pessoas que aqui viveram e vivem. E o Júlio Vilela foi de extrema importância, pois ele conseguia enfrentar a cidade com imponência – por fazer teatro de gênero numa época de grande preconceito – e ao mesmo tempo era capaz de dialogar com a cidade e seus habitantes”.

Esta é uma história de amor pelo teatro e pelos sujeitos não convencionais que o fazem. A partir de um conjunto de quadros entrelaçados, o espetáculo possui narrativas autônomas. São personagens construídos pelos artistas em apresentações em solo, grupo e performances que representam a trajetória de Jú Onze e 24. O público pode esperar por quadros humorísticos com cenas caricatas, dublagens e outros. Como parte de um trabalho acadêmico (TCC), conta com a participação voluntária de amigos e amigas de Júlio Vilela. Atores que faziam Jú Onze e 24 foram convidados para transformarem o palco num território de alegria, muita purpurina e, claro, saudade.

Na ocasião, vai ser exibido o curta-metragem documentário Júlio Além do Efêmero, outro produto do TCC. Estruturado em depoimentos, coleta de imagens, arquivos e clippings, visa narrar um pouco do que foi a trajetória do ator à frente de Jú Onze e 24. O curta traz a presença viva de um homem extraordinário e celebra uma liderança marcada pela empatia e pela generosidade. Para além do TCC, o grupo da produção considera que o vídeo se constitui como um documento importante de registro audiovisual para arquivo e acervo da cultura goianiense.

Respeito da pluralidade – importância de Jú Onze e 24

Para além de fomentar a cultura e o teatro na capital, Júlio Vilela e Jú Onze e 24 abriram caminhos para discutir tabus e promover a questão de gênero. O espetáculo fazia crítica ao binarismo homem x mulher por apresentar homens em roupas femininas. A partir de performances de drag queen, apontava críticas sociais, abordagens sobre política, gênero e sexualidade com muito deboche e humor.

Júlio mantinha bom relacionamento com empresas e meios de comunicação fomentando e valorizando a produção artística local. Buscava fazer um intercâmbio entre políticos e ativistas LGBTS para discutir sobre políticas públicas ao público homoafetivo numa época de tanto preconceito e discriminação. Através de textos, cenas e performances, ele e sua troupe apontavam críticas construtivas e não se submetiam a uma lógica vigente que estava em Goiás, ou seja, fugiam da mesmice preconceituosa que a sociedade como um todo insistia em reproduzir.

Legado do Jú

Júlio conquistou um espaço para o teatro goiano como poucos e seu espetáculo era sucesso na capital, interior do estado e Brasil afora. Mas com sua morte em 2006, acabou-se também Jú Onze e 24. “O Júlio se foi num momento em que estávamos no auge. Fazíamos shows todos os finais de semana e, às vezes, chegávamos a fazer quatro apresentações por dia”, lembra Sérgio Gomes, artista e seu “braço direito”.

Pelo peso que seu nome carrega, os alunos do curso de Produção Cênica do ITEGO em Artes Basileu França Marci Dornelas, Rose Araújo, Sandro di Lima, Tainara Mendes e Thamara Fagury optaram por reviver um pouco desta história e trazer à tona questionamentos tão importantes para os tempos sombrios em que estamos vivendo. O grupo deseja que a memória de Júlio Vilela continue viva e forte na história da capital com o espetáculo Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela, que ocorre terça-feira (27/03), às 20h, no Centro Cultural Martim Cererê.

Serviço:

Saudade & Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela
Data:
 terça-feira, 27 de março de 2018
Horário: 20h
Local: Centro Cultural Martim Cererê – Rua 94A, Setor Sul, Qd. 18 –  Goiânia (GO)

Programação:

20h – exibição do curta-metragem documentário “Júlio Além do Efêmero”

20h30 – espetáculo Saudade e Purpurina – Um tributo a Júlio Vilela
Ingressos: 11,00 (meia entrada)*** e 24,00 (inteira)

*** Para pagar meia entrada basta “se montar” ou ir com muito brilho, glitter, makes, plumas, paetês, cílios postiços… enfim, basta se deixar levar pelo espírito contagiante do Jú!

Redes sociais: 

Instagraminstagram.com/saudadepurpurina

FacebookSaudade & Purpurina / evento: Saudade & Purpurina – Um Tributo a Júlio Vilela

Produção Geral, Executiva e Cênica: Marci Dornelas, Rose Araújo, Sandro di Lima, Tainara Mendes, Thamara Fagury.

Elenco convidado para curta-metragem documentário e espetáculo: Paulo Reis, Cláudia Vieira, Leleco Diaz, Marcelo Venâncio, Arsênio Gomes, Sérgio Gomes, Sanderson God, Lázaro Leal (Kanichala), Marques Matos (Amargosa Simpson), Chico Miranda e Cezar Ogawa.

 

Texto e fotos: divulgação.

 


23 mar 2018
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Indelicada Cia. Teatral apresenta “O Príncipe” em comemoração do Dia Internacional do Teatro

Em 23 de março, a Indelicada Cia. Teatral apresenta o espetáculo “O Príncipe” dentro das atividades de comemoração ao Dia Internacional do Teatro, promovido pelo Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter. O espetáculo “O Príncipe” já foi apresentado em festivais de Teatro no México e na Argentina e recentemente foi premiado V Festival Nacional de Teatro de Araguari – MG.

O espetáculo dirigido por João Bosco Amaral narra a história do jovem Hamlet, o príncipe da Dinamarca, que está de luto pela morte do seu pai e enfrenta o oportunismo e a corrupção de seu tio Claudius que usurpou o trono. Baseado na obra Hamlet de William Shakespeare e influenciada pelo Príncipe de Maquiavel, a peça é uma comédia “Maquiaveliclownesca Milk-Shakesperiana”.

Com a estética clownesca, os palhaços Vânio e Kadu (interpretados pelos atores Evandro Costa e Ricardo Fiuza) contam a trágica história do príncipe Hamlet de uma maneira completamente irreverente e politicamente incorreta, dando um tom cômico e melodramático. Os dois palhaços vivem os diversos personagens desta história, que é a mais encenada do mundo, mas agora sobre a ótica e o humor dos clowns.

A apresentação acontecerá no Teatro Pyguá, no Centro Cultural Martim Cererê, às 20h, com entrada franca e livre para todos os públicos.

 

Texto: divulgação.
Fotos: Karla Sarmiento e Zé Veríssimo.


23 mar 2018
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Confira a programação do Cineclube Zabriskie de março

Estamos de volta com a programação do Cineclube Zabriskie do mês de março. A seleção de filmes surpreende pela sensibilidade. Você já parou pra pensar como na infância a escola pode ser o lugar mais divertido da sua vida, onde você encontra amigos brinca e aprende um monte de coisas novas? … Ou, por outro lado, na infância a escola pode ser o lugar do seu pesadelo, onde você é zoado todo dia, tem a maior dificuldade de fazer amigos e ainda tem de aprender um monte de coisas novas. Será que as crianças já nascem preconceituosas?

Nesse sábado e domingo, dias 24 e 25, às 20h, serão exibidos três curtas metragens lindos, dois da Alemanha e o outro da Espanha.

PRINCESS, do diretor Karsten Dahlem, e   VESTIDO NUEVO, do diretor Sergi Pérez têm algo em comum: tratam de episódios de meninos que vão pra escola um dia de vestido. SUPERHEROES, de Volker Petters, é um filme sobre amizade, coragem e tolerância. É uma história sobre adolescentes diferentes que estão procurando por seu lugar na vida.

A sessão terá duração total de 45 min. Assistiremos aos curtas comendo pipoca e depois a gente pode se conhecer e bater um papo. Ah, a censura é livre. Traga as crianças.

SERVIÇO

Exibição dos curtas: Princess, Superheroes e Vestido Nuevo

Duração da sessão: 45 minutos
Classificação indicativa: Livre
Data: 24 e 25 de março
Horário: 20h
Entrada: franca

Local: Zabriskie Teatro
Endereço: Av. Antônio Martins Borges, n.121, qd.89, lt.26, Setor Pedro Ludovico, próximo à 4ª Radial, em frente ao Colégio Estadual Dom Abel.
Informações pelos fones: (62) 981242498 | 993110081

 

FILMES

PRINCESS, Karsten Dahlem, Alemanha, 2017, 17′

Quando o líder do grupo Ole (11) e seus amigos Marco (10) e Milão (12) cortaram a bolsa de escola de Davie de doze anos, Ole nunca teria imaginado que, em seus sonhos mais loucos, pouco depois, ele apareceria no palco com Davie em um concurso de karaoke da escola vestido como uma princesa com maquiagem … nem seus amigos.

 

SUPERHEROES, Volker Petters, Alemanha, 2017, 15’

Phil é pequeno demais para sua idade. Isso o torna alvo de provocações na escola. Inesperadamente ele recebe ajuda da menina Jo, eles se tornam amigos mesmo sendo completamente diferentes um do outro. Isso deixa os provocadores mais irritados. No entanto, eles não são os únicos diferentes na escola e vão surpreender a todos. SUPERHEROES é um filme sobre amizade, coragem e tolerância. É uma história sobre adolescentes diferentes que estão procurando por seu lugar na vida.

 

VESTIDO NUEVO, Sergi Pérez, Espanha, 2008, 14’

A história gira em torno do menino Mário, uma criança que sofre preconceito em sua escola e acaba parando na diretoria. No carnaval, a criança decide ir de vestido rosa para o colégio, surpreendendo assim os colegas e os professores.

O curta Vestido Nuevo recebeu prêmios em vários festivais e é de uma sensibilidade imensa.

Afinal, quem estipulou que vestido é coisa de menina? Onde nasce o preconceito? O que ele é capaz de fazer? As crianças já nascem preconceituosas?

Questões como essas são o maior ponto forte da história. Uma criança sendo apenas uma criança, o preconceito como sempre sendo irracional.

 

Sobre o Cineclube Zabriskie

O Cineclube Zabriskie é um projeto do Grupo Zabriskie Teatro que, desde 2014, consiste em receber o público em sessões com projeção de filmes, pipoca e bate-papo.

A temática é a Diversidade de Gênero e Sexualidade.

O desejo do Grupo Zabriskie é fazer de sua sede um espaço para que todos e todas reflitamos sobre uma sociedade ainda opressora, que nos cerceia em nossas mais íntimas descobertas e incita ao ódio e à intolerância.

Sob a coordenação do ator Alexandre Augusto e a cineasta Brisa Evangelista, o Cineclube Zabriskie vem reunindo um grupo de apaixonados por cinema, em media uma vez por mês, para assistir e discutir sobre cinema e compartilhar inquietações e reflexões para a desconstrução de preconceitos em nossa sociedade.

Os preconceitos devem ser sempre abordados e desconstruídos. A nossa sociedade é predominantemente patriarcal e machista. A homofobia, lesbofobia, transfobia, e tantos outros preconceitos atrozes que incidem diariamente sobre todos é visível. Nas estatísticas constatamos que o Brasil lidera o ranking de violência homofóbica e é o país onde há o maior número de assassinatos de travestis e transexuais.  No cotidiano percebemos a ausência de liberdade para mínimas expressões homoafetivas. E chega-se ao cúmulo da exclusão de pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) no mercado de trabalho.

Ancorados em afirmações como a de Gustavo Jönck – “Um espaço para ver filmes raros, saber das novidades, trocar idéias e fazer amigos.”- Alexandre Augusto e Brisa Evangelista propõem no Cineclube Zabriskie um espaço democrático que incentive as discussões sobre as obras audiovisuais e a reflexão profunda sobre assuntos polêmicos e de extrema importância para a construção da pluralidade e cidadania na nossa sociedade.

 

 

Texto e fotos: divulgação.


22 mar 2018
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Teatro: Um poema cômico sobre o envelhecer

Quando se abrem os guarda-chuvas, monólogo da atriz Fernanda Pimenta, terá 10 apresentações gratuitas, em diferentes espaços da capital.A abertura da temporada será no Teatro Cidade Livre, com Entrada Franca, na próxima 4ª feira, dentro da III Mostra de Teatro Cidade Livre

 

Goiânia, 15 de março de 2018. Entre os meses de março e julho, o espetáculo “Quando se abrem os guarda-chuvas” voltará aos palcos de Goiânia e Aparecida de Goiânia, interpretado por sua criadora, a atriz Fernanda Pimenta, do grupo Farândola Teatro. O projeto, apoiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e produzido pela Plano V Eventos e Cultura, prevê 10 exibições em 10 diferentes espaços da região metropolitana, sempre às quartas-feiras, seguido de bate-papo entre a atriz e o público. As primeiras apresentações serão nos dia 21 e 28 de março. A primeira, dia 21/03, dentro da programação da III Mostra de Teatro Cidade Livre, às 10h da manhã. A segunda, dia 28/03, na Oficina Cultural Geppetto, no Setor Pedro Ludovico, às 20h. Todas as apresentações do projeto são gratuitas. A ação, caracterizada como uma temporada teatral circulante, tem o propósito de contemplar públicos diversificados, criando uma agenda com maior duração, trazendo ao espectador a certeza de que em duas quartas-feiras de cada mês, durante cinco meses, haverá teatro em algum lugar da capital. Durante o projeto o público ainda terá a oportunidade de conversar com os realizadores do espetáculo, para falar tanto da produção cênica que ocorre em nossa região, quanto sobre os caminhos que levaram à construção deste trabalho. A diversidade de plateias também se relaciona com a pluralidade dos espaços cênicos que serão utilizados, como no caso do Ponto de Cultura Cidade Livre – Teatro Cidade Livre, em Aparecida de Goiânia; da Escola Municipal Renascer, que fica no bairro Real Conquista; ou da Oficina Cultural Geppetto, no Setor Pedro Ludovico; e ainda a Universidade Federal de Goiás e os cafés e bares da capital que abrem espaço para o teatro; o Espaço Sonhus, no centro de Goiânia; o Instituto Federal de Goiás; o Zabriskie Teatro. Todos são considerados equipamentos culturais, capazes de agregar ainda mais valor ao que está sendo colocado em cena, por suas próprias trajetórias de fomento à cultura.

 

Uma ode à velhice contemporâneaO monólogo “Quando se abrem os guarda-chuvas” tem a atuação de Fernanda Pimenta, que também é co-autora da obra. A direção é da espanhola Elena Diego e a dramaturgia do carioca João Pedro Fagerlande. Sua estreia ocorreu em 2011 e desde então tem conquistado plateias brasileiras e estrangeiras, com um trabalho de teatro físico e poético, que é ao mesmo tempo melancólico e cômico, lírico e áspero, contundente e apaziguador.A oralidade é o ponto de partida da personagem Conceição, uma viúva de mais de 70 anos, que se relaciona com o público de uma maneira calorosa, falando de seu dia-a-dia de pessoa idosa, que viu seu mundo se transformar aos poucos, sem que tivesse o controle dos caminhos que a fizeram chegar até ali. A espevitada figura fala em futuro, em desejos, em como se relaciona com um mundo cada vez mais veloz e tecnológico, e certifica a audiência de sua autonomia e capacidade de se apropriar de tudo isto que agora a rodeia, inclusive sua vontade de novamente amar. Em um decorrer de espetáculo penumbroso e de energia crescente, Dona Conceição contracena com suas memórias e com personagens que estão do outro lado da ligação ou das redes sociais, e as traz tão vividamente para a cena, que chegamos a ouvir suas vozes. Ou seja, quando Dona Conceição abre seu guarda-chuva é tão somente para sair mundo afora, caminhando em direção a um futuro que ainda pode lhe reservar muitas surpresas.

 

FERNANDA PIMENTA Atriz brasileira, 32 anos, residente em Goiânia. Palhaça, dramaturga, produtora, diretora, mestra em artes cênicas e educadora. Iniciou sua carreira teatral aos 17 anos, quando ingressou no Grupo Guará, companhia pertencente à Universidade Católica de Goiás. Permaneceu no grupo até 2008, quando se muda para Londres. Em 2010 volta para o Brasil, desta vez para o Rio de Janeiro, onde fica até outubro de 2013, após regressar de um período de 5 meses de uma residência artística em Portugal e apresentações na Espanha. Em novembro de 2013 regressa à Goiânia, onde atualmente apresenta dois espetáculos como convidada do Grupo Bastet, um infantil como convidada da Cia de Arte Poesia que Gira, e duas peças da Farândola Teatro, grupo que fundou em 2011, juntamente com a espanhola Elena Diego Marina. Desenvolveu pesquisa artística no Mestrado em Artes da Cena na Unicamp, finalizando a dissertação em fevereiro de 2017.

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo teatral “Quando se abrem os guarda-chuvas”

 

Data: 21/03/2018 (4ª feira) – 10h

Local: Teatro Cidade Livre – Av. Progresso, QD 21 LT. 4 CS.01 –

Jardim Monte Cristo, Aparecida de Goiânia  – Tel.: 62 3248 6273

 

Data: 28/03/2018 (4ª feira) – 20h

Local: Oficina Cultural Geppetto – Rua 1013, Qd. 39, Lt. 11, St. Pedro Ludovico – Tel.: 3241 – 8447

 

ENTRADA FRANCA

(Contribuições voluntárias e espontâneas serão bem-vindas, para a continuidade do trabalho do Farândola Teatro).

 

 

Assessoria de imprensa:

Ana Paula Mota / 62 99941 5464 / anapaulamota@gmail.com

Outros contatos:

Produção: Plano V Eventos e Cultura / Patrícia Vieira / 62 99948-9556

 

Texto e foto: divulgação.


22 mar 2018
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OLHO na Mostra Latino-americana de Teatro Cidade Livre

A Cia. Teatral Oops!.. volta a entrar em cartaz com seu premiado espetáculo OLHO, dessa vez na III Mostra Internacional de Teatro Cidade Livre, que acontecerá no ponto de cultura Cidade Livre, do dia 17 ao dia 24 de março, na cidade de Aparecida de Goiânia. A peça, que já percorreu diversos festivais pelo Brasil e exterior, será a atração da noite do dia 22/03 (Quinta), às 19:30h e terá entrada gratuita, assim como todos os espetáculos que compõem a grade de programação do festival, que pode ser conferida pelo site:https://www.teatrocidadelivre.com/mostra. 

 Sinopse OLHO

O Homem dá seu depoimento até o final da história. Tal situação faz com que o interlocutor (neste caso os espectadores) assumam o papel de testemunhas da sua história. Esse Homem, que se chama Iago, várias vezes afirma que não é louco. Para provar que está falando a verdade, ele conta os detalhes do crime que cometeu procurando exaltar sua serenidade e lucidez. Adaptação do Conto “Coração Delator” de Edgar Allan Poe, “Olho” é um espetáculo que busca manter a essência narrativa do conto, mantendo toda a atmosfera “noir”, “policial” e terror que o romântico Allan Poe propõe na maior parte de suas obras.
Serviço
3° Mostra de Teatro Cidade Livre – Ed. Latinoamericana
Apresentação do espetáculo OLHO
Dia 22/03 (Quinta) às 19:30h
Entrada Gratuita
Ponto de Cultura Cidade Livre (Av. Progresso, QD 21 LT. 4 CS.01 -Jardim Monte Cristo, Aparecida de Goiânia – GO, Brasil 74.968-330)

Texto e fotos: Cia. Teatral Oops!


08 fev 2018
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Exposição aborda espiritualidade de matriz africana em Minas Gerais

O Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) abre na terça-feira (6/2), às 19h30, a exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho, que reúne fotografias de Marcelo Feijó. Na ocasião, haverá também a estreia do documentário Na Angola tem, de Talita Viana e Sebastião Rios e o lançamento do livro (com CD e DVD) Na Angola tem: Moçambique do Tonho Pretinho, da autoria de Talita Viana e Sebastião Rios com fotografias de Marcelo Feijó e Diana Landim.

O trabalho multimídia mostra a atuação do Moçambique do Tonho Pretinho no Congado. A festa religiosa acontece em Itapecerica, Minas Gerais, e celebra os antepassados, as forças da natureza, divindades afro-brasileiras e santos católicos de devoção negra. A mostra seguirá em cartaz na Galeria do CCUFG até dia 16/3.

Assinada por pesquisadores da UFG e da Universidade de Brasília (UnB) que integram o Grupo de Pesquisa “Música, Sociedade e Performances”, a iniciativa tambémé fruto de ação realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a UFG no projeto “Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial relacionado à música, canto e dança de comunidades afrodescendentes na América Latina”, coordenado pelo Crespial/Unesco.

O Projeto

As várias ações do projeto Memórias e cantos do Moçambique do Tonho Pretinho convergem para seu principal eixo, que é a salvaguarda e divulgação das concepções religiosas e das práticas culturais próprias dos descendentes de africanos na América, mostrando a tradição das danças, dos ritmos, das concepções religiosas e dos sentidos dos cantos presentes no Congado; sentido que, embora ligado à memória ancestral, se atualiza em cada edição da festa.

Nas cerimônias de coroação de reis congos nas festas de Nossa Senhora do Rosário, os tambores e as danças invocam de um modo africano os santos católicos e conferem a seu culto desdobramentos e significações novas nesta manifestação híbrida do catolicismo negro de raiz banta no Brasil. Na festa, os principais santos homenageados são Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia e Nossa Senhora das Mercês. Os santos têm sua corte composta por rei e rainha congos, perpétuos, e rei e rainha eletivos, tradicionalmente de promessa. Os ternos − moçambique, catopé, vilão, congo, marinheiro etc − “trabalham” para os santos, tocando, cantando e dançando na rua e nas casas. Durante sua evolução, o capitão canta os versos e os demais componentes respondem em coro. Os capitães vão tirando os versos para as várias funções − visita aos festeiros, busca dos mordomos para o levantamento dos mastros, acompanhamento de reis e rainhas, cortejo da princesa Isabel, que também passa a ser homenageada em algumas localidades nas comemorações da abolição.

Por ser a guarda preferida de Nossa Senhora do Rosário − aquela que retirou Nossa Senhora do mar, num episódio fundador que caracteriza a identificação da santa com a humildade e o sofrimento dos escravos −, o Moçambique é o principal responsável pela preservação dos mistérios e da sacralidade da festa. Por isso, tem primazia nos cortejos.

Folia de Reis

Na oportunidade da abertura da exposição, será apresentado ainda o livro (com CDs) Toadas de Santos Reis em Inhumas, Goiás: tradição, circulação e criação individual, da autoria de Sebastião Rios e Talita Viana e fotografias de Rogério Neves, que apresenta 40 toadas de Santos Reis e traz uma discussão sobre a criação individual em manifestações coletivas tradicionais e difusas e suas implicações para o direito autoral. O livro e CDs foram realizados pela UFG com o apoio do Programa de Extensão Universitária do MEC/SESu e do IPHAN/MinC e ainda do Fundo de Arte e Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do Estado de Goiás.

Serviço:

Exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho.

Local: Galeria do Centro Cultural UFG – Avenida Universitária, n° 1553, Setor Leste Universitário.

Data: De 6/2 a 16/3.

Abertura: 19h30.

Visitação: Gratuita. De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e de 14h às 18h.

 

Ficha Técnica:

Exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho

Fotografias: Marcelo Feijó, com fotos adicionais de Diana Landim e Rafael Sávio

Curadoria e projeto expográfico: Carlos Ferreira

Documentário Na Angola tem

Direção: Talita Viana e Sebastião Rios

Direção de fotografia e montagem: Diana Landim

Contatos: sebastiaorios@gmail.comtalitaviana@gmail.commfeijo@unb.br


08 fev 2018
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Mostra “O Amor, a Morte e as Paixões começa dia 7

A 11ª Mostra de Cinema “O Amor, a Morte e as Paixões” teve início nesta quarta-feira (7), no Cinema Lumière do Shopping Bougainville. Até o dia 21 de fevereiro, serão exibidos 115 filmes de 36 países em mais de 400 sessões, entre as quais produções independentes realizadas em Goiás – muitas que celebram os 40 anos do Cineclube Antônio das Mortes – além de dois clássicos de Fellini e vencedores e integrantes de seleções oficiais de festivais internacionais como os de Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, São Paulo e Rio de Janeiro.

O curador da Mostra é o professor da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG, Lisandro Nogueira. De acordo com o professor, o evento esse ano vai trazer mais de 20 filmes inéditos no Brasil, que serão exibidos aqui antes de irem para os circuitos nacionais. “Vamos rodar mais de 100 filmes, de indicados ao Oscar até filmes cult, todos premiados nos grandes festivais de cinema do mundo. Além disso, vamos contar com diversos atores, diretores e professores de cinema”, conta.

Confira AQUI a programação completa da Mostra.

 

Fonte: Com informações do Adufg Sindicato.


23 jan 2017
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Espetáculos gratuitos no parque

Projeto Domingo no Parque oferece espetáculos gratuitos

Atividade tem apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia e prevê apresentações nos dias 22 e 29 de janeiro e, ainda, no primeiro domingo de fevereiro, dia 05. Opção de lazer é gratuita

A edição 2017 do Projeto Domingo no Parque já tem na programação três espetáculos previstos para ocorrerem a partir deste domingo, dia 22 de janeiro. A Cia. Teatral Oops!… é a responsável pelas performances teatrais, montadas com apoio institucional da Lei Municipal de Incentivo á Cultura da Prefeitura de Goiânia. Proposta tem como objetivo a ocupação artística dos principais parques de Goiânia, criando uma programação teatral gratuita aos domingos em espaços de convivência coletiva da cidade, permitindo acessibilidade cultural para diversas camadas da sociedade.

No dia 22 de janeiro, às 10 horas, será realizada a apresentação do premiado espetáculo Desamor, no Parque Areião. No dia 29 de janeiro, é a vez da comédia Mateus e Mateusa roubar a cena no Parque Flamboyant, às 17 horas. Já no primeiro domingo de fevereiro (dia 05), acontecerá a apresentação da peça Arruda com Alecrim, às 10 horas, no Bosque dos Buritis. Todas as apresentações são gratuitas e abertas a todas as idades.

Sinopses
Desamor – Peça narra a história do jovem Cândido, que se apaixona à primeira vista pela exuberante Anita, a qual nutre sentimento recíproco por seu amado. Porém, o amor não deixa sobreviventes. Anita se vê impelida a abandoná-lo, em busca de conhecer a si mesma e ao mundo, e Cândido nada faz para impedir a partida de sua amada. Daí, então, seu coração torna-se um vazio tão imenso quanto um deserto, seco e árido, sem sentido. É assim que Cândido resolve partir em busca de sua amada em uma jornada que o levará a um mundo desconhecido, habitado por seres fantásticos.

Mateus e Mateusa – Espetáculo coloca em cena um divertido casal idoso que, após 50 anos de união, vive em pé de guerra. Cansados um do outro, acusam-se mutuamente de abandono. De um modo quase farsesco, a peça aborda em cena a convivência familiar, suas relações, o consumismo e a futilidade.

Arruda com Alecrim – A peça tem como cenário uma pequena cidade do interior de Goiás e narra a história de duas famílias que, separadas pelo poder e a pobreza, unem-se através do amor proibido de seus filhos. Mariquinha, a menina princesa, e Zezinho, o filho do sapateiro, vivem história semelhante ao clássico amor de Romeu e Julieta.

Serviço
Assunto: Projeto Domingo no Parque
Dia 22/01 (Domingo), às 10h – Desamor (Parque Areião)
Dia 29/01 (Domingo), às 17h – Mateus e Mateusa (Parque Flamboyant)
Dia 05/02 (Domingo), às 10h – Arruda com Alecrim (Bosque dos Buritis)

Legendas:
Foto: Arruda com Alecrim
Fonte: Prefeitura de Goiânia


14 out 2016
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Anton Roos lança seu terceiro livro

“Quando os pelos do rosto roçam no umbigo” | Anton Roos lança seu terceiro livro

E temos novidades do escritor mais charmoso de todo o oeste baiano (e colunista do Blog da Immagine)! Anton Roos está lançando seu terceiro livro, “Quando os pelos do rosto roçam no umbigo”. A obra fala sobre o amor não compartilhado, a perda, a desistência e a solidão, com aquele jeitinho caraterístico com que Anton escreve.

O romance conta a história de Andrei, um homem solitário e atormentado pelo fantasma de seu primeiro casamento e pelo fim de um relacionamento conturbado com uma mulher mais jovem. Desiludido e sem esperanças, ele adquire um estranho objeto para ajuda-lo com a mais importante e radical decisão de toda sua vida. Porém, após visitar uma casa de prostituição, conhece uma garota de programa chamada Bruna, e, aos poucos, a sucessão de erros cometidos por ele no passado e suas pretensões de futuro deixam de fazer sentido, fazendo com que sua vida ganhe novos contornos.

Confira abaixo a entrevista exclusiva que fizemos com Anton para descobrir um pouco mais sobre sua nova obra. E já pode escrever no caderninho: você vai ficar morrendo de vontade de ler o livro!

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Suas primeiras linhas foram escritas em 2014, como conta o próprio Anton. “As primeiras coisas que escrevi para esse livro, a princípio, tinham uma conotação quase autobiográfica, no entanto, logo percebi que a história precisava seguir seu próprio rumo”, conta o escritor. “À época foi algo que eu precisava extravasar tipo numa espécie de desabafo que, no meio da madrugada, a gente faz na frente do espelho depois de chegar bêbado em casa”, disse. Mesmo com o início levado para o lado autobiográfico, no momento certo tais características passaram a ser apenas inspiração.

O livro mescla personagens com sutis apropriações de algumas pessoas que fazem parte da vida do autor, o que é natural para Anton que acredita que a inspiração está e precisa estar em todo lugar.

Mesmo falando sobre o amor, “Quando os pelos do rosto roçam no umbigo” não trata de amores clichês, pares perfeitos ou caras metade. Anton conta que “o livro fala daquele amor que se vive, se sente, mas muitas vezes não se pode compartilhar. Aquela espécie de amor que te consome e te impede de seguir em frente”.

O terceiro livro de Anton Roos marca sua permanência na ficção, já que seu segundo livro, “A revolta dos pequenos gauleses”, foi seu primeiro passo no gênero. O primeiro livro, “A gaveta do alfaiate”, é uma coletânea de crônicas. O escritor acredita que se não fossem as duas obras anteriores, provavelmente este terceiro não existiria e fala, ainda, sobre a importância deste último. “Talvez por ser um romance, esse novo livro tenha um significado ainda mais especial. Foi um livro difícil de escrever. Acredito que como tudo na vida tem sua hora de ser, esta é a hora para esse livro”, conta Anton.

Em conversa sobre o mercado editorial brasileiro, Anton o analisa atualmente como seletivo, acirrado e controlado por uma minoria que geralmente define o que é bom e o que não é bom para chegar às prateleiras das principais livrarias.

O escritor participou de um concurso de uma editora de pequeno a médio porte do Rio de Janeiro que teve mais de 500 inscrições para seleção de duas obras. “Infelizmente, as editoras maiores apostam muito pouco em novos talentos. E ai se não houver um bom apadrinhamento as chances se reduzem ainda mais. Felizmente, existe um mercado alternativo muito forte e crescente, mantido por gente que ama a literatura e ainda consegue dar suporte para uma quantidade considerável de publicações”, conta.

Anton publicou seus dois primeiros livros apenas com o suporte técnico de edição feito por uma editora pequena sediada em Luís Eduardo Magalhães, mas os custos ficaram mesmo por sua conta. O autor contou seus planos para a terceira obra: “Para esse terceiro livro, nesse primeiro momento, o foco é o lançamento em formato digital e ocasionalmente, quem sabe, abrir espaço para uma tiragem limitada em formato físico”, conta.

Como comprar um exemplar de “Quando os pelos do rosto roçam no umbigo”?
Começou dia 13 de outubroa pré-venda do livro em formato de E-book. Você pode adquirir seu exemplar inicialmente até o dia 29 de outubro, pelo site da Amazon e com preço promocional: https://goo.gl/VvlWgO

A ideia é lançar o livro também na versão impressa, mas ainda não há data confirmada para isso.

Você se interessou pelo livro, pela pré-venda ou até mesmo pela ideia de uma tiragem impressa? Então você precisa acompanhar as novidades a respeito da nova obra de Anton Roos.

Que tal assistir ao próprio autor falando sobre “Quando os pelos do rosto roçam no umbigo” no Facebook? Ele estará ao vivo na fanpage da Immagine neste sábado, às 11h! Já marque na sua agenda e não perca o horário!

“Escrever é traduzir os detalhes da vida. Seduzir por meio de palavras. Preencher as lacunas, os vazios. Escrever é uma experiência sem igual, até mesmo difícil de descrever. Quando você escreve muito, você acaba se isolando em um universo todo seu. Único. Cheio de sonhos e aspirações. Escrever é viver. Tentar tornar a vida das outras pessoas menos estafante. Escrever é estar vivo. Respirando”. (Anton Roos)

Live com Anton Roos na fanpage da Immagine
Dia: Sábado, 15 de outubro
Horário: 11h

Fonte: Immagine.
Leia aqui a matéria no blog da Immagine: goo.gl/vho5jC.


13 set 2016
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Concertos na cidade

Pessoal de Goiânia, a Orquestra Filarmônica de Goiás se apresenta no dia 15 de setembro, às 20h30, no Palácio da Música do Centro Cultural Oscar Niemeyer. Essa apresentação integra o o espetáculo Vida na Cidade, da série Concertos Especiais, e terá como regente o maestro Neil Thomson..

De acordo com o evento no Facebook, “serão apresentadas composições que homenageiam grandes cidades do mundo. Mozart homenageia a cidade luz com a Sinfonia Paris. Já o compositor norte americano Reich faz um tributo à Nova York com sua obra “City Life”. A abertura de Cockaigne, do compositor inglês Elgar, condecora a cidade de Londres”.

A ENTRADA É FRANCA! Vamos?