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08 fev 2018
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Exposição aborda espiritualidade de matriz africana em Minas Gerais

O Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) abre na terça-feira (6/2), às 19h30, a exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho, que reúne fotografias de Marcelo Feijó. Na ocasião, haverá também a estreia do documentário Na Angola tem, de Talita Viana e Sebastião Rios e o lançamento do livro (com CD e DVD) Na Angola tem: Moçambique do Tonho Pretinho, da autoria de Talita Viana e Sebastião Rios com fotografias de Marcelo Feijó e Diana Landim.

O trabalho multimídia mostra a atuação do Moçambique do Tonho Pretinho no Congado. A festa religiosa acontece em Itapecerica, Minas Gerais, e celebra os antepassados, as forças da natureza, divindades afro-brasileiras e santos católicos de devoção negra. A mostra seguirá em cartaz na Galeria do CCUFG até dia 16/3.

Assinada por pesquisadores da UFG e da Universidade de Brasília (UnB) que integram o Grupo de Pesquisa “Música, Sociedade e Performances”, a iniciativa tambémé fruto de ação realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a UFG no projeto “Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial relacionado à música, canto e dança de comunidades afrodescendentes na América Latina”, coordenado pelo Crespial/Unesco.

O Projeto

As várias ações do projeto Memórias e cantos do Moçambique do Tonho Pretinho convergem para seu principal eixo, que é a salvaguarda e divulgação das concepções religiosas e das práticas culturais próprias dos descendentes de africanos na América, mostrando a tradição das danças, dos ritmos, das concepções religiosas e dos sentidos dos cantos presentes no Congado; sentido que, embora ligado à memória ancestral, se atualiza em cada edição da festa.

Nas cerimônias de coroação de reis congos nas festas de Nossa Senhora do Rosário, os tambores e as danças invocam de um modo africano os santos católicos e conferem a seu culto desdobramentos e significações novas nesta manifestação híbrida do catolicismo negro de raiz banta no Brasil. Na festa, os principais santos homenageados são Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia e Nossa Senhora das Mercês. Os santos têm sua corte composta por rei e rainha congos, perpétuos, e rei e rainha eletivos, tradicionalmente de promessa. Os ternos − moçambique, catopé, vilão, congo, marinheiro etc − “trabalham” para os santos, tocando, cantando e dançando na rua e nas casas. Durante sua evolução, o capitão canta os versos e os demais componentes respondem em coro. Os capitães vão tirando os versos para as várias funções − visita aos festeiros, busca dos mordomos para o levantamento dos mastros, acompanhamento de reis e rainhas, cortejo da princesa Isabel, que também passa a ser homenageada em algumas localidades nas comemorações da abolição.

Por ser a guarda preferida de Nossa Senhora do Rosário − aquela que retirou Nossa Senhora do mar, num episódio fundador que caracteriza a identificação da santa com a humildade e o sofrimento dos escravos −, o Moçambique é o principal responsável pela preservação dos mistérios e da sacralidade da festa. Por isso, tem primazia nos cortejos.

Folia de Reis

Na oportunidade da abertura da exposição, será apresentado ainda o livro (com CDs) Toadas de Santos Reis em Inhumas, Goiás: tradição, circulação e criação individual, da autoria de Sebastião Rios e Talita Viana e fotografias de Rogério Neves, que apresenta 40 toadas de Santos Reis e traz uma discussão sobre a criação individual em manifestações coletivas tradicionais e difusas e suas implicações para o direito autoral. O livro e CDs foram realizados pela UFG com o apoio do Programa de Extensão Universitária do MEC/SESu e do IPHAN/MinC e ainda do Fundo de Arte e Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do Estado de Goiás.

Serviço:

Exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho.

Local: Galeria do Centro Cultural UFG – Avenida Universitária, n° 1553, Setor Leste Universitário.

Data: De 6/2 a 16/3.

Abertura: 19h30.

Visitação: Gratuita. De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e de 14h às 18h.

 

Ficha Técnica:

Exposição Na Angola tem: Memórias e Cantos do Moçambique do Tonho Pretinho

Fotografias: Marcelo Feijó, com fotos adicionais de Diana Landim e Rafael Sávio

Curadoria e projeto expográfico: Carlos Ferreira

Documentário Na Angola tem

Direção: Talita Viana e Sebastião Rios

Direção de fotografia e montagem: Diana Landim

Contatos: [email protected][email protected][email protected]


08 fev 2018
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Mostra “O Amor, a Morte e as Paixões começa dia 7

A 11ª Mostra de Cinema “O Amor, a Morte e as Paixões” teve início nesta quarta-feira (7), no Cinema Lumière do Shopping Bougainville. Até o dia 21 de fevereiro, serão exibidos 115 filmes de 36 países em mais de 400 sessões, entre as quais produções independentes realizadas em Goiás – muitas que celebram os 40 anos do Cineclube Antônio das Mortes – além de dois clássicos de Fellini e vencedores e integrantes de seleções oficiais de festivais internacionais como os de Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, São Paulo e Rio de Janeiro.

O curador da Mostra é o professor da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG, Lisandro Nogueira. De acordo com o professor, o evento esse ano vai trazer mais de 20 filmes inéditos no Brasil, que serão exibidos aqui antes de irem para os circuitos nacionais. “Vamos rodar mais de 100 filmes, de indicados ao Oscar até filmes cult, todos premiados nos grandes festivais de cinema do mundo. Além disso, vamos contar com diversos atores, diretores e professores de cinema”, conta.

Confira AQUI a programação completa da Mostra.

 

Fonte: Com informações do Adufg Sindicato.


13 out 2017
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#39 Resistência

De onde venho certas palavras carregam um significado além das letras e registros. Resistência é uma delas. Para além das lutas cotidianas, aquelas em que “resistência” é facilmente encaixada no contexto e nas frases, há momentos específicos em que o sentimento, a razão da nossa resistência é muito mais uma sutileza.

É quando você sabe que, em certas ocasiões, não é o grito mais alto e sim o silêncio mais solitário que permite que seu nome entre numa lista importante e esperada. É quando você luta contra o aumento de centavos do ônibus ou do almoço universitário para permanecer focado em um sonho profissional. É quando você simplesmente é resiliente e resistente porque tem esperança de ver adiante um futuro bem além deste aqui.

Não é fácil entender isso, quem dirá compreender. Mas sempre há olhos e ouvidos que entenderão. Ser resistente não é aguentar desaforo, é ser rio, talvez árvore. Tão pouco, ser individual. Um movimento único afeta um todo, logo sejamos como peixes que nadam seu fluxo ou contra ele, mas enxergando um objetivo maior.

As pequenas coisas, essas passarão. Nos atentemos ao que realmente importa: a humanidade. Um todo que não se resume a ações de caridade ou relacionamentos cotidianos por carência, conveniência ou hipocrisia. O resto passa.  Tudo passa mesmo, quem dirá a superficialidade desse um mundo de três minutos de fama e dois de decadência.

 

Texto escrito em 2017.

Foto: Bruno Destéfano.


12 set 2017
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#50 Sufoco

Aquele sonho que eu tive… Não me recordo, mas era você. No sufoco, olhar perdido, procurando uma resposta, corpo suado à procura de paz. Eu parecia uma observadora de longe, muito longe. Foi como se fosse uma visão que se teve, mas era um sonho. Eu não sabia o que se passava, mas era o que temia: você sem chão. Depois de construir um prédio de 33 andares, o chão ruiu. Não, você não morreu. Mais uma vez você sobreviveu, por muito pouco.

Não teve nenhuma sequela no corpo, mas o coração estourou. Vasos e veias, no susto, dilataram. Seu coração ruiu e se partiu em mil pedaços. Ninguém te viu no chão da calçada, após a queda. Só eu. Não tinha pedestres, nem motoristas, nem curiosos. Era um dia que você não queria que tivesse existido, mas existiu. Eu sabia e observava de longe. E você sabia que um choque como o que você levou e o segredo revelado seria sua maior surpresa e decepção na vida.

Seu coração saia em pedaços pela boca. Mas você não morreu. O sol continuou lá, estalado, sem nenhuma nuvem para te aliviar. Eu te observava, de longe. Cheguei perto. Você não estava morto. Chamei o Samu, juntei seu coração na minha bolsa e dei ao médico. “Olha, é tudo que tenho”. “Tem jeito”, ele disse. Porque a gente só morre quando é a hora é passa pelo que tem que passar.

 

Texto escrito em 12/09/2017.

Foto: Bruno Destéfano.

 

 


29 jul 2017
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Porque escrever

Antes do ponto final é um projeto sobre gente. A ideia surgiu no final de 2010 para compartilhar situações vividas no dia a dia por mim, com um viés literário. O sentido maior do projeto é dar voz às histórias de pessoas que encontro e troco palavras entre um lanche e outro, esperando um ônibus, em uma fila de banco.

São desconhecidos que, assim como nós, têm uma história interessante para contar. São retratos de uma história, recortes de uma vida que, por qualquer motivo, alguém quis compartilhar comigo. Personagens que participam da minha vida, sejam por encontros casuais, por desencontros, por uma conversa interessante ou simplesmente pelo meu olhar observador e silencioso sobre o cotidiano.

O projeto também vai além da narrativa no site, agregando conhecimento sobre leitura e escrita, por meio de oficinas, e incentivando outras formas de interação, como ações sociais de leitura para grupos específicos, feiras de livros e lançamento dessas histórias para ampliar o acesso á essas narrativas.

Sempre digo que a vida é uma narração contínua. Ora acelerada, ora lenta, às vezes no ritmo certo. E nos diversos personagens deste blog que encontrei há tristezas, alegrias, saudosismo, esperança, expectativa no futuro e tudo o mais que permeia nossa existência humana. Uma coisa é certa: há sempre uma boa história antes do ponto final.

Acompanhe o projeto no Facebook e no Instagram.

P.S.: Você pode conhecer mais sobre mim e sobre minha produção profissional acessando meu site.


05 jul 2017
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#38 A vida enlatada

Emprensa aqui, aperta de lá. A vida segue em pequeninos espaços, sem respirar, sem ter onde escorrer. A vida enlatada, vendida como uma Coca-Cola gelada e transcendente de açúcar e desejo em uma tarde de sol quente, no Rio de Janeiro.  A vida que a gente não quis, mas acabou aceitando. Um pacto pela comodidade, pelo sofá quente, pelo espaço ao lado e na cama.

Mas onde ficam os cheiros e gostos dessa vida? Na lata, só há conservantes e quase nenhum potencial nutritivo. Onde foram parar os temperos, o alho percorrendo os quartos da casa, a manteiga derretendo quente na frigideira? Onde deixamos aquela paixão que, todos os dias, renasce e nos faz relembrar que o amor, na verdade, é uma sucessão de paixões – e de toques, e de beijos suados, e de corpos molhados e de palavras, ora doces, ora duras, mas sempre fiéis?

A vida enlatada, emprensada, abarrotada para caber num espaço que não é o que desejou. Numa sociedade que julga aparências e que jura falsas verdades. A vida segue, sem vento, sem leveza, sem domínio próprio, apenas via de regra para seguir com outras vidas enlatadas, sem sorrisos ou espaços para escorrer pelo ralo e dizer: “sim, que venha o novo!”

 

 

Texto escrito em 2017.

Foto: Bruno Destéfano.


23 abr 2017
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#33 Cansei de ser honesta

Cansei de ser honesta e respeitar os sinais de trânsito, enquanto tantos outros aceleram no amarelo e até no vermelho, empurram a gente em qualquer faixa, proferem xingamentos, especialmente às mulheres, passam por cima dos pedestres e boa parte das vezes não são punidos, sequer com uma multa. Cansei de ser honesta e pagar minhas contas em dia, inclusive a TV por assinatura, que teve um “gato” feito pelo meu vizinho que ainda fala mal do governo e da corrupção. Tive o maior trabalho com a operadora para identificar o problema e corrigir.

Cansei de ser honesta e gentil, pagando mais ou menos um preço que considero digno e que cabe no meu bolso para minha diarista. Vejo tanta gente explorando absurdamente essas pessoas, às vezes até pagam o mesmo que eu, mas faltam negar às funcionárias a água de beber. São humilhadas a esfregar janelas e batentes até a ponta, sem a menor necessidade, mas não podem comer uma banana sequer. Usam 1.001 produtos tóxicos de limpeza pra esfregar e deixar brilhando o ego dos patrões egoístas.

Cansei de ser honesta e trabalhar todos os dias, inclusive após o expediente e em finais de semana, nada remunerados, muitas vezes por um senso de necessidade e de responsabilidade. Tanta gente que fala em ética, caráter, honestidade, corrupção vive de atestados médicos para matar expediente – e isso ganhando salários muito altos. Além disso, acumula cargo, ocupa computador do serviço público para ver blogs de games enquanto os processos e demandas se acumulam. Humilham os demais colegas de trabalho e subordinados, não tem noção de liderança, são seres cuja ganância os limitou a serem apenas mesquinhos. Querem um governo e um emprego que, na verdade, só aumentem o salário pessoal de cada um. E o resto que se dane.

Cansei de ser honesta e estacionar nas vagas para todos. Tanto “marombeiro” jovem que estaciona nas vagas de idosos e de deficientes físicos que eu sinceramente não compreendo como não se sentem mal. São a geração “eu mesmo, agora e sempre”. O mundo nasceu do meu umbigo e é a partir dele que se movimenta. Meu carro, minhas viagens, meu bem-estar, minhas conquistas, meu tênis da Nike, meu carro importado, aquele show do ano naquele festival famoso. O resto não interessa.

Sinceramente, cansei de ser honesta. Porque não era para ser difícil, pesado, para dar trabalho. Mas confesso que vendo um pouco disso e de tantos outros maus exemplos no dia a dia me sinto nadando contra a maré. A gente começa a se perguntar quando é que o mundo virou… Será que virou ou eu que sempre vi errado? Será que ainda tem jeito de mudar?

 

 

Texto escrito em 2016.


16 abr 2017
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#49 O vendedor de realidades

Esses dias estava com uma amiga em uma sanduicheria e topamos com um vendedor de produtos artesanais – como ele mesmo denominou. Fiquei até interessada em um filtro dos sonhos, mas acabei não levando. Por fim, decidimos dar a ele o lanche que havia pedido, pois não comia há não sei quanto tempo.

O vendedor começou a contar a história dele e a filosofar, de certa forma, sobre a vida. Enquanto aguardava o lanche, nos contou que um dia morou em uma casa, que fora feliz e arrebatado por um grande amor que o traiu. Depois da traição decidiu mudar de rumo. Hoje perambula por várias cidades, vende seus brincos e seu filtro dos sonhos. Inclusive nos disse que hippie mesmo tinha outro significado do que muitos vendedores ambulantes aplicam hoje, vendendo peças da China.

Quando chegou o lanche, o vendedor agradeceu, se despediu e foi embora. Ele não era triste, havia uma certa paz dentro dele. Senti que escolheu seguir aquele caminho, embora tivessem tantos outros. Ele era bom com outras habilidades, as quais não me recordo agora, mas quis essa vida de praça em praça.

Lembrei um pouco do livro do George Orwell, “Na pior em Londres e Parias”. Aquele sujeito tinha, sem dúvida, um caminho definido na cabeça. Escolheu viver na rua por diversas razões, o que não significa que não tenha dignidade, clareza, respeito e tantas outras qualidades. E em quê ele é pior do que nós? Em nada. Talvez tenhamos apenas um lugar fixo para morar. Ou só isso.

 

Texto escrito em 2016.


01 fev 2017
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#35 O pequeno menino grande

Um menino que já nasceu grande. Juro que não sei como a mãe dele aguentou a barriga, quem a via jurava que carregava gêmeos. E com o passar do tempo percebemos que ele valia por dois, no melhor dos sentidos.

O pequeno menino grande sempre teve muito carisma, um olhar sereno e amigável mais extenso que os demais, por ora um silêncio mais demorado. Outras vezes um sorriso mais contido – para alternar com as risadas exageradas. Ambicioso, mas sem excessos.

João já nasceu grande: no tamanho e no nome. Salvo engano pesava quando cinco quilos quando saiu da barriga da mãe, por cesariana claro. Agraciado por Deus, João Pedro também é firme, forte, rochedo. Afinal é esse o significado do seu nome, que ele vai incorporando aos poucos, com a maturidade.

E João vai seguindo seu caminho, uma risada aqui, outra ali. Nada de estresse. Sempre inventa histórias, gosta de descobrir a vida, por filmes, por livros, pelos amigos, pela própria vida. E ainda sabe que o seu caminho será sempre longo, generoso, feliz e com muito amor. João: o pequeno menino grande que faz todo mundo feliz.


23 jan 2017
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Espetáculos gratuitos no parque

Projeto Domingo no Parque oferece espetáculos gratuitos

Atividade tem apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia e prevê apresentações nos dias 22 e 29 de janeiro e, ainda, no primeiro domingo de fevereiro, dia 05. Opção de lazer é gratuita

A edição 2017 do Projeto Domingo no Parque já tem na programação três espetáculos previstos para ocorrerem a partir deste domingo, dia 22 de janeiro. A Cia. Teatral Oops!… é a responsável pelas performances teatrais, montadas com apoio institucional da Lei Municipal de Incentivo á Cultura da Prefeitura de Goiânia. Proposta tem como objetivo a ocupação artística dos principais parques de Goiânia, criando uma programação teatral gratuita aos domingos em espaços de convivência coletiva da cidade, permitindo acessibilidade cultural para diversas camadas da sociedade.

No dia 22 de janeiro, às 10 horas, será realizada a apresentação do premiado espetáculo Desamor, no Parque Areião. No dia 29 de janeiro, é a vez da comédia Mateus e Mateusa roubar a cena no Parque Flamboyant, às 17 horas. Já no primeiro domingo de fevereiro (dia 05), acontecerá a apresentação da peça Arruda com Alecrim, às 10 horas, no Bosque dos Buritis. Todas as apresentações são gratuitas e abertas a todas as idades.

Sinopses
Desamor – Peça narra a história do jovem Cândido, que se apaixona à primeira vista pela exuberante Anita, a qual nutre sentimento recíproco por seu amado. Porém, o amor não deixa sobreviventes. Anita se vê impelida a abandoná-lo, em busca de conhecer a si mesma e ao mundo, e Cândido nada faz para impedir a partida de sua amada. Daí, então, seu coração torna-se um vazio tão imenso quanto um deserto, seco e árido, sem sentido. É assim que Cândido resolve partir em busca de sua amada em uma jornada que o levará a um mundo desconhecido, habitado por seres fantásticos.

Mateus e Mateusa – Espetáculo coloca em cena um divertido casal idoso que, após 50 anos de união, vive em pé de guerra. Cansados um do outro, acusam-se mutuamente de abandono. De um modo quase farsesco, a peça aborda em cena a convivência familiar, suas relações, o consumismo e a futilidade.

Arruda com Alecrim – A peça tem como cenário uma pequena cidade do interior de Goiás e narra a história de duas famílias que, separadas pelo poder e a pobreza, unem-se através do amor proibido de seus filhos. Mariquinha, a menina princesa, e Zezinho, o filho do sapateiro, vivem história semelhante ao clássico amor de Romeu e Julieta.

Serviço
Assunto: Projeto Domingo no Parque
Dia 22/01 (Domingo), às 10h – Desamor (Parque Areião)
Dia 29/01 (Domingo), às 17h – Mateus e Mateusa (Parque Flamboyant)
Dia 05/02 (Domingo), às 10h – Arruda com Alecrim (Bosque dos Buritis)

Legendas:
Foto: Arruda com Alecrim
Fonte: Prefeitura de Goiânia