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10 set 2019
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O grupo artístico Ciranda da Gente/Seduc apresenta o espetáculo “A Jovem Guarda”

O grupo musical Ciranda da Gente/Seduc apresenta o espetáculo A Jovem Guarda”, promovido pelo Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, da Secretaria de Estado da Educação. O evento ocorrerá na terça-feira (10/09), às 20h no Teatro SESI.

  Formado por professores da rede estadual de ensino, o grupo atua de forma específica na área de música e conta com a direção geral de Luz Marina de Alcantara. Coordenado por Getúlio Chartier, o Ciranda da Gente/Seduc é composto pelos seguintes integrantes: Valéria Mendes (voz soprano), Fran Ungarelli (voz contralto), Danilo Duarte (voz tenor), Getúlio Chartier (voz baixo), Bruno Rejan (baixo elétrico), Fausto Baptista (bateria) e Marcos Santos (piano/arranjos/ direção musical).

A apreciação musical é fundamental para o bom desenvolvimento do processo educativo em música, sensibilizando a plateia e criando novos elementos de análise e reflexão, graças ao envolvimento com a performance direta. A música popular brasileira possui grande diversidade e riqueza sonora, promovendo um diálogo e comunicação direta com o público.

O grupo propõe a apreciação musical conecta ao contexto, aos compositores e aos diversos estilos e gêneros da música popular brasileira. Promove, portanto,  concertos didáticos, o que estimula os alunos da rede estadual de ensino público a participarem das aulas de música e dos projetos educacionais complementares.

SOBRE O ESPETÁCULO

            Em 1965 estreava, na antiga TV Record, um programa musical destinado ao público jovem da época, intitulado Jovem Guarda. Esse programa era levado ao ar aos domingos à tarde e era apresentado pelo trio Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia. Esse trio ganhou muita popularidade por meio do programa e passou a liderar as paradas de sucesso da época, conquistando o status de ídolos da juventude juntamente com outros artistas, como Wanderley Cardoso, Ronnie Von e Jerry Adriani. Aos poucos, o nome do programa passou a ser associado ao estilo musical, ao comportamento e ao modo de vestir desses artistas, ampliando a ideia do programa televisivo para um movimento cultural brasileiro.

            Com influências diversas, vindas do rock-and-roll britânico e americano, canções românticas italianas e francesas, os artistas da Jovem Guarda criaram uma linguagem própria denominada de “Iê-iê-iê”. Suas músicas retratavam elementos e situações do cotidiano tipicamente urbano, como o uso do termo “broto” para falar de uma ‘menina nova e bonita’, e a referência aos carros (objetos que traduziam status social na época). A Jovem Guarda, além de apresentar elementos musicais, articulava aspectos simbólicos do dia a dia dos jovens nas letras das músicas, nos cenários do programa de TV e nas roupas dos artistas, delimitando claramente o que caracterizava esse momento.

            O espetáculo “A Jovem Guarda” reúne as principais músicas desse movimento numa apresentação em que todos os elementos do palco dialogam com os ambientes do período da década de 60. O cenário do espetáculo, o figurino de cada músico/cantor e as palavras escolhidas em cada fala tem como objetivo conduzir a memória do espectador para o contexto daquela época. Fazem parte do repertório canções como: Pare o Casamento, Pode Vir Quente Que eu Estou Fervendo e Festa de Arromba.

            É importante salientar que esse espetáculo não é uma imitação literal da Jovem Guarda, mas sim uma apresentação inspirada nesse movimento. Nessa releitura feita pelo grupo Ciranda da Gente/Seduc, cada artista envolvido traz também a sua personalidade. A exemplo disso destaca-se a estruturação dos arranjos musicais. As músicas são arranjadas para um quarteto vocal, em que o pianista/arranjador Marcos Santos traz suas características musicais e pessoais para cada obra. Os integrantes do grupo também compõem esse emaranhado de contribuições para a releitura da Jovem Guarda através de suas potencialidades.

SOBRE O GRUPO

O grupo Ciranda da Gente/Seduc desenvolve pesquisas no campo da educação musical e da Música Popular Brasileira (MPB). O fruto desta pesquisa reverbera em ações de apreciação musical crítica e estética de alunos e professores da Seduc-Goiás, bem como da comunidade goiana, de modo geral, por meio de apresentações didáticas e artísticas. Utiliza-se da música como apropriação reflexiva, consciente e transformadora na escola.

Uma parte importante desse trabalho está na parceria com a Webzine, que é uma revista eletrônica alimentada com arranjos musicais, técnicas vocais e contextos referentes ao tema. Tudo isso para que o professor possa acessar de seu ambiente de trabalho uma metodologia mais acessível aos estudantes. As escolas são agendadas e orientadas para receberem as apresentações culturais que acontecem dentro da sala de aula com duas turmas por apresentação, com a possiblidade de acontecer até três apresentações na data e no turno solicitado.

No ano de 2018, tivemos acesso recorde nas escolas, pois foram quase sessenta apresentações no todo com o espetáculo A Casa de Vinícius “Bossa Nova”, além de muitas agendas para este semestre.

SERVIÇO

Data: 10/09/2019 (terça-feira)

Horário: 20h

Local:  Teatro SESI (Av. João leite, 1.013, Setor Santa Genoveva. Telefone: 3269-0800)

Entrada: Doação de 2 kg de alimentos ou um livro literário. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro

Mais informações: (62) 3261-6619

Texto e foto: divulgação.


10 set 2019
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Aldeia Sesc de Artes invade Goiânia, Jataí e Itumbiara com grandes atrações

O evento terá programação acessível com intérpretes de Libras em todos os shows e espetáculos

Vem aí o maior evento cultural de Goiás! O Aldeia Sesc de Artes que invade entre os dias 7 e 20 de setembro, as cidades de Goiânia, Itumbiara e Jataí, com duas semanas de muita música, apresentações culturais, oficinas, espetáculos e muito mais. O evento terá programação acessível com intérpretes de Libras em todos os shows e espetáculos. Na capital goiana, as grandes atrações desta edição serão Diogo Nogueira, Leoni, Cássia Kis, além de grupos e artistas locais e de outros estados. A programação está imperdível e conta com apresentações no Teatro Sesc Centro, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho, Teatro Puc – campus V e Teatro Madre Esperança Garrido. A Aldeia Sesc de Artes adotou entrada “meia-solidária” em toda a programação, ou seja, quem doar 1 Kg de alimento não perecível* terá direito à meia-entrada.

Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural, o evento já se tornou compromisso no calendário dos goianos e surpreende o público a cada edição.  Desta vez, a atriz global Cássia Kiss já se apresentou em Goiânia com o espetáculo “Meu quintal é maior que o mundo”, no Teatro da Puc, no sábado (07). Leoni sobe ao palco do Teatro Madre Esperança Garrido com seus sucessos de voz e violão, no sábado, dia 14, às 20h30. Já Diogo Nogueira se apresenta no Teatro Rio Vermelho na sexta, dia 20, a partir das 20h30, com o show “Tá faltando o quê?”.

Na programação da capital vão acontecer diversas oficinas criativas, algumas serão gratuitas, outras terão investimento no valor de R$ 10. Também serão ministrados cursos sobre artes circenses e música. Para participar é preciso se inscrever com antecedência. Os valores são R$ 25 – Trabalhadores do comércio e dependentes; R$ 35 – profissionais de artes circenses e estudantes de Cênicas; R$ 50 – público em geral. Para cursos é necessário fazer a pré-inscrição pelo site e os selecionados devem se inscrever com antecedência na unidade. As inscrições, tanto para oficinas quanto para cursos, devem ser feitas na Central de Atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

No sábado (14), o OverDoze vai reservar doze horas de uma programação imperdível, com espetáculos, contação de histórias, oficinas e lançamento do livro “Almanaque da Paz”, do escritor César Obeid. O público também vai contar com happy hour às segundas (9 e 16) e shows na hora do almoço às sextas (13 e 20), na varanda do Sesc Centro, com música e muita animação.

O Sonora Brasil, projeto nacional do Sesc, também chega à Aldeia Sesc de Artes Goiás com a força da mulher na música brasileira, sempre às 19h, no Teatro Sesc Centro. Na terça (17) tem Líricas Negras, na quarta (18) é a vez de Líricas Transcendentes, na quinta (19) Líricas Históricas e na sexta (20) Líricas Modernas. Outro projeto nacional que integra a programação é o Palco Giratório, que traz o monólogo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, na quarta, dia 18 de setembro, às 20h30, no Teatro Goiânia. A entrada para os dois projetos nacionais é 1 Kg de alimento**, que deve ser trocado pelo ingresso com antecedência no Sesc Centro ou na portaria do teatro duas horas antes do início do espetáculo ou concerto.

Em Itumbiara, a programação conta com show de Leoni, o projeto Sonora Brasil, oficina e espetáculos infantis.  As atrações de Jataí serão Leoni, Sonora Brasil, shows, espetáculos, oficinas e mostras de cinema. Para conferir a programação completa, basta acessar sescgo.com.brVale lembrar que a mesma está sujeita a alterações.

Ingressos

Teatro Sesc Centro:

Espetáculos para adultos:

R$ 23 – Inteira

R$ 11,50 – Meia-entrada

R$ 10,50 – Conveniados

R$ 8,50 – Trabalhadores do comércio

Espetáculos infantis:

R$ 15 – Inteira

R$ 7,50 – Meia-entrada

R$ 15 – Conveniados

R$ 10 – Trabalhadores do comércio

Teatro Madre Esperança Garrido, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho e Teatro da Puc – Campus V

R$ 40 – Inteira

R$ 20 – Meia-entrada

R$ 15 – Conveniados

R$ 10 – Trabalhadores do comércio

Cursos

Valores:

R$ 25 – trabalhadores do comércio e dependentes;

R$ 35 – profissionais de artes circenses e estudantes de Cênicas;

R$ 50 – público em geral.

As pré-inscrições devem ser realizadas pelo site sescgo.com.br.

As inscrições devem ser feitas na central de atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

Oficinas

Valor: R$10,00

As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimentos do Sesc Centro, na Rua 15, esquina com Rua 19 – Setor Central.

Serviço:

Aldeia Sesc de Artes invade Goiânia, Jataí e Itumbiara com grandes atrações

Onde: Teatro Sesc Centro, Teatro Madre Esperança Garrido, Teatro Goiânia, Teatro Rio Vermelho e Teatro da Puc – Campus V; Sesc Jataí, Sesc Itumbiara.

*Meia-solidária em toda a programação. Quem doar 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá) terá direito à meia-entrada. A compra do ingresso solidário só terá validade mediante entrega do alimento na portaria do teatro.

**A entrada para os projetos nacionais Sonora Brasil e Palco Giratório será 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá), que deve ser trocado pelo ingresso com antecedência no Sesc Centro ou na portaria do teatro duas horas antes do início do espetáculo ou concerto.

Pontos de vendasescgo.com.br 

Central de atendimentos do Sesc Centro (Rua 15, esquina com rua 19, Setor Central –  Goiânia)

Central de atendimentos do Sesc Itumbiara – Rua Severiano de Paula, Qd. 02 Lt. 17, Setor Bela Vista. Itumbiara (GO)

Central de atendimentos do Sesc Jataí – Rua Deputado Costa Lima, nº 2.034, Santa Maria. Jataí (GO)

Informações 

Goiânia: (62) 3933-1700

Para conferir a programação completa, basta acessar aquiA mesma está sujeita a alterações.

Texto: Divulgação.


07 ago 2019
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Sodade

Num domingo qualquer, decidi não cozinhar. Fui comprar uma marmita na churrascaria perto de casa e, enquanto aguardava minha vez, ouvi a conversa dos funcionários. Estavam falando com o haitiano, que estava lá a um tempo, mas mantinha o sotaque expressivo.

Porto Príncipe, capital do Haiti (Leonora Baumann / UN / MINUJUSTH)

Desde 2010 o Brasil recebe muitos imigrantes haitianos, não só por um intenso abalo sísmico que devastou o país, mas também pela fuga de conflitos políticos e crise econômica. Em Goiânia há muitos, é comum vê-los trabalhando em bares e restaurantes.

Chegando a minha vez, enquanto ele me atendia, conversei rapidamente. Confirmei que ele era do Haiti, deixou a família lá. Veio para o Brasil como tantos outros, mas a família ficou lá. “Sodade”, ele diz com um misto de sorriso e aperto no coração.

E eu passei o dia pensando naquele “sodade”, lembrando até de uma música do Salif Keita com Cesária Évora que leva esse nome. Aquele haitiano sente muita falta do seu país, da sua cultura, da sua família. Estar no brasil para ele, por mais acolhedor que seja, é como deitar numa cama com os pés de fora. É ser um peixe fora d’água, é não saber exatamente seu lugar no mundo, mas saber qual lugar deseja estar. É ter sempre “sodade”.


23 jul 2019
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Viola cabocla

O espetáculo Viola Cabocla: a história da viola cantada e contada, trata-se
de um misto teatral e musical que procura trazer algumas informações
sobre a viola – suas origens obscuras, sua vinda para o Brasil, trazida pelos
Jesuítas, e sua expansão e variações pelo imenso território nacional. O
trabalho resulta de uma seleção de músicas caipiras de raiz, feita por
Adriana Caldas (violão) e pelo violeiro Catupé. O texto é de Nilton
Rodrigues.

Viola Cabocla não é uma aula, nem mesmo um espetáculo didático,
embora seja rico em informações calcadas em séria pesquisa. A direção de
Maria Cristina Souza procurou priorizar o prazer da boa música, a fruição,
o lazer do espectador.

O espetáculo teve sua estreia na 15º Galhofada, em maio de 2018, em
Goiânia, seguindo com 9 apresentações, de junho a setembro de 2018, em
escolas do município de Senador Canedo.

Serviço

Viola cabocla
Dia: 23 de Julho (Terça no Teatro)
Horário: 20 horas
Classificação etária: Livre
Ingressos: Doação de 2 kg de alimentos ou 1 livro literário

Texto/foto: divulgação.


04 jul 2019
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Sobre a espinha dorsal de um tigre

As questões do fazer artístico teatral embasam o novo trabalho da Cia de Teatro Sala 3, No dorso instável de um tigre, que estreia nessa quinta-feira, 04 de julho. O espetáculo surge em referência aos 15 anos da companhia, que construiu um repertório de espetáculo que a fez vivenciar sob diversos aspectos o fazer teatral, perpassando obstáculos e conquistas práticas e ideológicas. Uma série de inquietações que surgiram e, possivelmente, surgem em diversos grupos que se propõem a trabalhar com teatro e a relação entre criar arte e inovar nesse meio, os desejos, sentidos e rituais do artista, as diversas referências textuais e estéticas com as quais se deparam, o medo do palco, entre outros, compõem uma mesmo universo retratado no espetáculo.

No dorso instável de um tigre traz algumas referências como estímulo para criação, são elas: por que teatro?; criar arte e inovar; o teatro e suas referências; desejos, sentidos e rituais, stage fright (medo do palco) e celebrar a arte. A partir desses estímulos, o processo de criação do espetáculo se desdobrou em discussões e experimentações de possibilidades teatrais e performáticas que culminou no espetáculo, cujo nome é inspirado em um conto da Fernanda Torres, onde ela também narra algumas inquietações artísticas, o que de certa forma validou muitos dos devaneios do processo criativo.

No palco, 10 atores se dividem entre cenas que, ora predomina a dança, ora predomina o teatro, ora prevalece a performatividade e as visualidades. É possível ainda dizer que tanto a comédia, como a tragédia e o drama (enquanto gêneros teatrais) estão presente em cena em momentos diferentes, trazendo ao espetáculo uma mescla de sensações e sentidos, e ainda ressaltando a ironia como um recurso de linguagem bastante explorado.

SERVIÇO
Datas: 04 de julho a 08 de julho
Local: Vila Cultural Cora Coralina
Horário:
19hs

Endereço:
Duração do espetáculo:
110 minutos


ENTRADA FRANCA

(Espetáculo recebe apenas 40 espectadores por sessão)

**O convite/ingresso deverá ser obtido após preenchimento do formulário no link: https://forms.gle/gKSjabnkzPbyuZRf7 .

***A confirmação de ingresso chegara via e-mail. O portador do ingresso deverá estar com algum documento pessoal para confirmar sua autenticação.

Gênero: Teatro Contemporâneo
Classificação: 14 anos

Texto: Kalyne Menezes, com informações da Cia de Teatro Sala 3. Foto: Divulgação.


04 jul 2019
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Férias no SESC!

A criançada vai se divertir com gincanas, oficinas e jogos  

O período das férias escolares é um momento bastante aguardado pela criançada, que espera ansiosa para aproveitar ao máximo todos os dias com muita brincadeira e diversão. Pensando neles, nos papais e mamães, as unidades do Sesc Goiás já preparam as suas programações para o mês de julho.

Jogos, brincadeiras, ginásticas, gincanas, trabalhos manuais, festa temática, festivais recreativos, recreação esportiva e aquática, oficinas, palestra de educação em saúde, contação de histórias, piquenique, sarau kids, dia de recruta, dia de cinema e brinquedos infláveis. Essas são algumas das atrações de todas que serão oferecidas para as crianças.  

Confira tudo aqui e aproveite os dias ensolarados de folga com a gente!

Sesc Anápolis

A programação do Sesc Férias de Anápolis está especial! Crianças de 5 a 12 anos terão duas semanas dedicadas totalmente para eles. A primeira, entre os dias 8 e 12 de julho e a segunda entre os dias 15 e 19 de julho, ambas das 13h às 19h.
Meninos e meninas de 13 a 16 anos também terão cinco dias especiais no Sesc Férias de Anápolis. A programação para eles será entre os dias 23 e 26 de julho, das 13h às 19h. O valor para dependentes de trabalhadores do comércio é de R$ 60, já para dependentes dos funcionários Sesc e Senac o preço é R$ 30, para conveniados R$80 e para o público em geral R$ 160.

O valor para dependentes de trabalhadores do comércio com cartão atualizado do Sesc é de R$ 110, para dependentes de funcionários Sesc e Senac o preço é R$ 55, para conveniados R$ 145 e para o público em geral R$ 290.

As vagas para o Sesc Férias de Anápolis são limitadas e as inscrições são feitas pela Central de Atendimentos. A unidade está localizada na Avenida Santos Dumont com Zeca Louza, bairro Jundiaí. Para mais informações: (62)3902-6900

Sesc Faiçalville

As férias no Sesc Faiçalville também estão garantidas! A unidade preparou uma programação exclusiva para as crianças de 5 a 14 anos. Com jogos, recreação e gincanas, o Sesc Férias Faiçalville será realizado em duas semanas, a primeira do dia 8 a 12 de julho e a segunda do dia 15 a 19 de julho, ambas das 8h às 17h.  

As vagas são limitadas e as inscrições iniciam no dia 20 de maio pela Central de Atendimento. O valor referente a uma semana para dependentes de trabalhadores do comércio é de R$135, conveniados R$176, já para o público em geral é R$270. Esses preços podem ser divididos em até 10 vezes no cartão de crédito.

A unidade está localizada na Avenida Ipanema Qd. 234/236, nº. 1.600 – Setor Faiçalville, em Goiânia (GO). Para mais informações: (62)3522-6330

Sesc Universitário

No mês de julho, o Sesc Universitário promoverá uma colônia para entreter a garotada, com o tema “Fazendo Arte”.  A programação contará com gincanas recreativas coletivas, show de talentos, festas temáticas festa das cores, gincanas aquáticas, gincanas com brinquedos pedagógicos gigantes além de brinquedos radicais como a parede de escalada, cineKids, estação de observação astronômica, HighJump water line, dentre outras atividades. A colônia vai do dia 08/07 a 12/07/2019 das 8h às 17h, tendo como público alvo crianças de 7 a 10 anos.

As inscrições devem ser realizadas de 4 de junho à 8 de julho na Central de Relacionamentos do Sesc Universitário, localizado na Avenida Universitária, n° 1749, no Setor Leste Universitário. As vagas serão destinadas aos dependentes de trabalhadores do comércio. Com possibilidade de inclusão do público geral caso ainda reste vagas na última semana do período. O telefone para informações é (62) 3522-6199.

Valores de inscrição:

Dependente de Trabalhadores do comércio – R$ 120
Dependentes de Conveniados – R$ 160
Comunidade em geral – R$ 240

Texto e foto: divulgação.


15 maio 2019
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Jornalista goiano escreve conto de terror no 1° livro da Fatos Desconhecidos

O primeiro livro da Fatos Desconhecidos já chegou ao top 3 de vendas da Amazon, na categoria terror. O Diário de Pandora é um composto de três histórias de terror feitas por três autores diferentes, registradas por Pandora, um anjo mais curioso, que condenou a si e à humanidade para sempre.

Um desses contos é do jornalista goiano Bruno Destéfano, cuja trama consiste no momento em que o jovem Adolfo submerge em uma profunda paralisia do sono. Com o corpo travado e em silêncio, ele vai ser obrigado a encarar certa criatura que habita em seus sonhos, que tem muito a dizer ou a mostrar.

O diário

A incontrolável curiosidade de Pandora abriu as portas para a maldade e espalhou sobre a Terra acontecimentos horrendos que assolam os seres humanos há décadas. Mesmo sendo um dos anjos mais adorados de Deus na época em que os humanos foram criados pelo Criador, Pandora se deixou consumir pela curiosidade e cedeu ao impulso, ao desejo do oculto, e desobedeceu a ordem divina. A história mudou para sempre quando Pandora abriu a caixa criada por Deus para guardar as iniquidades do mundo, extraídas com cuidado das possibilidades humanas.

Fraquezas humanas, vícios, agressões, traições, guerras, barbáries, transgressões, medos e, pode acreditar, até demônios se lançaram para fazer da vida humana um completo caos. A barbárie inexplicável para os seres humanos se tornou rotineira e espalhou-se por toda parte daquilo que Deus havia criado para ser o lugar perfeito, para seus seres perfeitos.

(Divulgação)

O ato não passou em vão. Banida do paraíso, Pandora percorre os 7 cantos da Terra presenciando horripilantes histórias, frutos da sua curiosidade inadequada. Ao entregar o seu diário para os humanos, o anjo aposta em uma forma de reparar o erro cometido, prometendo que se tiverem a mesma curiosidade que ela, receberão sua intercessão e zelo.

O diário guarda instruções com nove histórias detalhadas direcionadas para todos que tiverem coragem de ler. Cada uma das situações é contemplada por uma lição feita para auxiliar o mundo a lidar com toda a maldade existente no dia a dia da humanidade. Pandora descortina cada caso e explica a razão de suas escolhas.

Pré-Venda: O Diário de Pandora (vol. 1)

Capa comum: 250 páginas |
Editora: Páginas Desconhecidas; Edição: 1ª (2019) | Preço: R$ 27,00

Acesse: https://www.amazon.com.br/dp/6580429003?fbclid=IwAR2HRB9YHhp90n4MC_8TXcIXBOy8aevvjA2wt3KGrKW54_soYWeqOTBubw8

Texto: APF, com informações da Fatos Desconhecidos.


10 maio 2019
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O mundo dói

Esse mundo dói, e muito. Tem dias que a gente sorri de dor e chora de alegria, mas hoje, especificamente, eu vou falar da mãe-dor. Sim, porque a dor é uma mãe que te abraça e te mostra, você querendo ou não, que a vida é isso que está posto, e não só o que é bom e bonito. Na verdade, deixando um pouco de lado esse lado poético da dor e das experiências como transformação de vida e maturidade, a vida dói, e muito.

A vida dói na nossa garganta, que não quer mais engolir desaforo, mas não pode, por “n” razões, gritar injustiças e jogos sujos. A vida dói quando a falta de ética e a desonestidade se sobrepõem ao que consideramos ser honrado, ser ético, respeitoso e, acima de tudo, digno. Porque dignidade não é uma palavra que todos podem se apropriar, tem gente que deveria ser proibido de pensar nela, quem dirá falar. Porque ela é densa, profunda e indigna para muitas pessoas.

Dói, e muito, a gente ver pessoas ruins se sobrepondo às boas que por vezes só querem estar em paz. Tantas vezes os lobos e as cobras são valorizados por ruindades que sequer conseguem ser disfarçadas de bondade – só os loucos ou cegos veriam o contrário. Aquela pele de ovelha nem existe, e infelizmente é dinheiro sujo embaixo do pano e dentro “daquela banda” que mistura nome de gente e boca de animal. É dinheiro sujo, boca suja, mão suja – tudo imundo e impuro.

Dói, o mundo dói. Vemos “gente” escrota sendo valorizada e ganhando palmas, apoiadas pelos falsos moralistas e suas desculpas esfarrapadas, embaladas em hipocrisia. Dói viver, mas a gente vive. Isso tudo quer descer a garganta, e, às vezes, até desce, rasgando. Mas a gente vomita. Pra vocês, o meu pior vômito.


08 maio 2019
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Filarmônica de Goiás apresenta concerto para cordas

Beethoven e Schoenberg estão no programa

Sons dos violinos, violoncelos, violas e contrabaixos são os destaques do próximo concerto da Orquestra Filarmônica de Goiás que acontece no dia 09 de maio (quinta-feira), às 20h30, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, com entrada gratuita.

No programa estão as obras Verklarte Nacht” de Schoenberg ” e o “Quarteto de cordas (Op.135)” de Beethoven. A regência é do Diretor Artístico da instituição Neil Thomson.

 “Verklarte Nacht” ou “Noite Transfigurada” foi escrita por Schoenberg quando ele tinha apenas 25 anos e é baseada no poema de Richard Dehmel. A obra, que é influenciada pela austeridade clássica de Johannes Brahms e pelo vanguardismo de Richard Wagner, traz a história de uma mulher que conta ao namorado que está gravida de outro homem. Através dos belíssimos acordes é quase possível enxergar o casal apaixonado caminhando por um bosque para achar uma solução à relação. “Noite Transfigurada” é considerada um drama sem palavras, perfeitamente articulado ao poema de Dehmel.

Quarteto para Cordas Op. 135 (1826), uma das últimas coisas que Beethoven escreveu, tem um caráter propriamente beethoveniano de uma trajetória que só decide e resolve os seus problemas dramáticos no final da obra. Nesse clima de que ainda não temos nada de definitivo, o último movimento abre com uma introdução terrível, muito grave e extremamente emocionante, como se o compositor soubesse que sua morte estava próxima. A Orquestra Filarmônica de Goiás executará a obra com base em um arranjo para cordas feito pelo consagrado maestro americano Leonard Bernestein.

SERVIÇO

Data: 09 de maio (quinta-feira)

Horário: 20h30

Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer

Entrada gratuita

Programa:

“Verklarte Nacht”  (Noite Transfigurada)– Schoenberg

“Quarteto de Cordas” (Arranjo para orquestra completa) – Beethoven 

Texto: divulgação / Foto: Rafaella Pessoa.


26 mar 2019
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Músicas secretas


Todos os dias na rua observo as pessoas e suas músicas secretas. Se elas forem parecidas comigo vão sorrirem, esboçarem a música que ouvem com os lábios e, dependendo, até dançar – no meu caso é uma dancinha tímida.
Eu digo que nós temos músicas secretas que ninguém conhece, ou porque não imagina mesmo o que estamos ouvindo ou porque são secretas mesmo sendo músicas comuns porque apenas nós é que damos um signas especial a elas.


Isso pode parecer comum em canções de amor, mas todo mundo já ouviu uma canção improvável que virou, de repente, a sua canção de amor. Ou aquela música inesquecível que celebra uma conquista esperada. A música da viagem, de um dia bacana com os amigos. Eu até tenho músicas na playlist da academia em que me imagino correndo e ultrapassando a faixa da chegada (risos). 


Também temos músicas tristes, aquelas das fossas ou que nos lembram alguém muito próximo que já morreu. A tristeza é válida e necessária para nos lembrar da própria vida e da razão de viver. Uma música traz mais vida e, alegre ou triste, secreta ou não, ela sempre nos completa.