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13 out 2019
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Qual é a sua lembrança mais querida?

Qual é a sua lembrança mais querida? Qual é o seu medo guardado pra ninguém saber? Onde eles estão guardados.

Juca Mole e Ana Banana têm muitas caixas e em cada uma há um segredo que ao ser revelado suscita delicadas emoções e convida ao brinquedo. Suas coleções serão abertas e compartilhadas com você.

Ao final, numa grande viagem, eles descobrem que nem todos os segredos podem ser compartilhados. “Há coisas que são muito queridas e que não devem ser divididas” e que fazem parte de uma coleção muito particular: de Segredos.

Personagens Juca Mole e Ana Banana.

Concepção do espetáculo Segredos

Segredos foi criado a partir do desejo dos atores Alexandre Augusto e Ana Cristina Evangelista de mergulharem nas pessoas dos palhaços Juca Mole e Ana Banana. A dupla de palhaços já era resultado da pesquisa dos dois atores no Teatro de Máscara, que contou com os ensinamentos de técnicas pré expressivas de mestres como Lume Teatro, Tiche Vianna, Ésio Magalhães, Pepe Nunes, Sue Morrison e Chaccovacci. Até então a dupla Juca Mole e Ana Banana atendia à construção clássica de Branco e Augusto. Os atores tinham domínio técnico, mas necessitavam ir além. Segredos abriu a possibilidade de um aprofundamento na humanidade desses dois palhaços, que resultou no amadurecimento da pesquisa e da relação deles com o público.

A princípio nós, atores, partimos das indagações: quem são Juca Mole e Ana Banana verdadeiramente? Qual é a história de vida desses palhaços? O que os move? Afinal de contas o palhaço é a essência das pessoas dos atores e estes vão com suas máscaras mínimas ao encontro com o público. Como dar ao público o conhecer essas duas pessoas? Pensamos então em compartilhar os segredos de Juca Mole e Ana Banana.

Como compartilhar segredos? Quais são eles?

É necessário, antes de mais nada, de uma atmosfera de intimidade. Pensamos então que Juca Mole e Ana Banana receberiam o público em sua casa, revelariam a sua rotina cotidiana e compartilhariam sua coleção de lembranças e seus sentimentos. Para tanto nós, atores, iniciamos então a nossa emocionante busca por nossos próprios conteúdos pra construirmos esse lugar.  Começamos por nossas lembranças de infância: fotos, acontecimentos especiais, brincadeiras preferidas, objetos de estimação, lugares e cheiros. Vasculhamos nossa subjetividade em diálogos de sala de ensaio e levantamos nossas dúvidas, medos, desejos, e coragens de adultos. Percebemos um conteúdo universal que se comunicaria com todas as idades. Então partimos para a construção da dramaturgia.

Nos propusemos um processo de dramaturgia “Kamikaze” . Elaboramos um Canovaccio/Roteiro, que não se configurou enquanto um texto fechado, mas sim, um detonador de experiências com o público, que nos ajudaria, por meio do jogo, a construir a dramaturgia final. Esse Canovaccio trazia ações físicas cotidianas dos palhaços em sua casa, que incluíam a organização de coleções. As coleções variavam desde fotos, brinquedos, objetos pessoais até elementos sinestésicos e de ordem subjetiva. Seguros nessas atividades rotineiras e no cumprimento de normas de organização, o conflito se instala quando as lembranças de Juca Mole e Ana Banana motivam um desejo de subversão dessa ordem estabelecida por padrões sociais absorvidos ao longo do processo de perda da infância. Os dois decidem, então, superar os medos e transformar a casa em um barco para se entregarem a uma viagem sem destino certo em busca de um resgate do que fora perdido.

Esse roteiro foi colocado em prática em uma temporada de ensaios abertos ao público, que chamamos de pré estreia. Experimentamos diversas possibilidades e no jogo com o público fomos aos poucos selecionando o que percebíamos que fazia sentido. Essa foi a última etapa do processo de montagem do espetáculo.

Onde os segredos de Juca Mole e Ana Banana estão guardados?

Em caixas.

A partir disso sabíamos da casa, das caixas e precisávamos de uma estética. Convidamos Edith Lotufo, designer, artista plástica e grande amiga, para fazer parte do projeto como cenógrafa. Edith agregou um enorme valor conceitual ao espetáculo, trazendo a sua pesquisa de reaproveitamento e reciclagem de papel para a concepção do cenário. Num momento mundial em que é urgente que reeduquemos a nossa relação com os bens de consumo, que critiquemos o desperdício, Edith nos abriu pra novos significados e nos proporcionou a oportunidade de descobertas de jogos com os objetos criados a partir do papel craft e do papelão.

O lúdico foi a tônica da elaboração de uma casa, em duas estruturas que são manipuladas como brinquedo e se transformam surpreendentemente em um barco. Os segredos são guardados em caixas. Em contraposição ao computador, ao pendrive, ao HD, queríamos resgatar a relação afetiva com o conteúdo da memória. Os palhaços abrem caixas adornadas com motivos infantis coloridos, que os transporta para um passado que se transforma em presente – aqui e agora – na relação entre os dois e deles com a plateia. De dentro das caixas eles tiram elementos sinestésicos, táteis, brinquedos e fotos, que são projetadas, com cenas da infância dos palhaços, que são compartilhados com a plateia em momentos de interatividade.

Para envolver esses objetos em uma atmosfera de leveza e aconchego, o espaço cênico é vestido por tecidos claros que acolhem a projeção de slides e uma iluminação calorosa e colorida, que dá o tom intimista e receptivo do interior da casa dos palhaços.

Para a trilha sonora, buscamos músicas com o som do acordeom.  Esse instrumento nos lembrava de palhaço e nos parecia lírico. Queríamos momentos com certa dose de melodrama no espetáculo, que nos ajudasse a conduzir as emoções do público de forma poética. Com esse instinto buscamos a presença de músicas de Ênio Moricone e Nino Rota na trilha do espetáculo.

Texto: Divulgação | Fotos: Layza Vasconcelos.


03 set 2019
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Jornalista e escritor goiano lança livro de crônicas da repressão policial

“Insurgência – Crônicas da Repressão” é um livro-reportagem sob a ótica de estudantes que sofreram violência policial em três grandes manifestações contemporâneas: contra a antiga PEC 55/241 nos dias 29 de novembro e 13 de dezembro de 2016, em Brasília, e a paralisação geral contra a reforma da previdência e a reforma trabalhista no dia 28 de abril de 2017, em Goiânia.

São crônicas que, em conjunto, formulam uma crônica maior sobre a repressão policial no sentido de compreender as motivações dos agentes coercitivos, as consequências na vida dos sujeitos-vítimas e a experiência que é passar por este tipo de situação dentro da luta estudantil em repúdio à criminalização dos movimentos sociais.

Além disso, a construção de um material voltado às experiências das vítimas teve a intenção de estabelecer novos registros para apreender e interpretar os recentes acontecimentos históricos os quais não devem ser esquecidos nem distorcidos, no sentido de instrumentalizar o Jornalismo na direção de narrativas insurgentes. O livro é fruto de um TCC na área de Jornalismo/UFG.

Sobre o autor

Bruno Destéfano é jornalista e escritor, e é uma dessas vozes do livro. Ele estava lá. Estava em Brasília. Estava em Goiânia. Estava no momento em que o estudante de Ciências Sociais caiu no chão asfaltado da Praça do Bandeirante, ensanguentado e inconsciente. Em ambos os contextos, sofreu e presenciou a repressão. Em Brasília, uma bomba de gás lacrimogêneo foi arremessada a poucos metros de seu corpo e infelizmente não conseguiu fugir a tempo. Sentiu os pulmões se fecharem. Sentiu o medo tomar conta de suas percepções. Fechou-se.

Pré-venda: https://www.editoraletramento.com.br/produto/insurgencia-cronicas-de-repress-o-357 .

Texto e fotos: divulgação.


25 jun 2019
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CCON é a nova sede do projeto Yoga na Rua

A partir dessa quinta-feira, 27 de junho, a Esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer é a nova sede do Projeto Yoga na Rua. As aulas acontecerão todas as quintas-feiras, às 19h, e serão ministradas por professores que compõem a equipe de Ciro Castro, goiano radicado em São Paulo, que é o responsável pelo projeto e idealizador do Espaço Yogapada, em Higienópolis, na capital paulista, centro referência em práticas de bem estar. O Oscar Niemeyer é unidade da Secretaria de Cultura de Goiás (Secult Goiás).

O projeto Yoga na Rua procura abordar as posturas do Yoga, os chamados asanas, da mesma maneira que um grafiteiro coloca sua arte no muro. Ou seja, intervindo no ambiente urbano com a sua prática e desta forma trazendo um questionamento sobre a maneira que nos relacionamos nas grandes cidades.

Ciro destaca que o projeto surgiu de uma necessidade de desmitificar algumas visões sobre Yoga. Ele diz que se incomodava com propagandas, fotos e materiais de divulgação que mostravam apenas iogues com a beleza “padrão” e em lugares paradisíacos. “O Yoga pode ser feito por qualquer pessoa e em qualquer lugar. Por isso, realizei ensaios fotográficos em lugares urbanos como a Rua Augusta, em São Paulo, no Mercado Central e na Rodoviária de Goiânia, tudo isso para quebrar o padrão do “Olimpo”. Desse ensaio, surgiu a ideia de realizarmos aulas gratuitas em lugares urbanos”.

Para Ciro, as aulas no Centro Cultural Oscar Niemeyer fomentarão os benefícios da Yoga. “Ficamos extremamente felizes com o convite de realizarmos as aulas no CCON, porque a prática do Yoga é para todos. A realização de aulas em um centro cultural é sempre positiva já que permite com que várias pessoas tenham acesso à prática”.

O professor destaca que o Yoga traz diversas vantagens tanto na parte física como emocional. “Quem pratica Yoga percebe, em cerca de dois meses, benefícios em todas as áreas. Se uma pessoa sofre com stress, ansiedade, o Yoga regula isso pois trabalhamos muito a respiração. A prática também auxilia no autoconhecimento.”

Para participar das aulas, basta trazer o próprio tapete e ser pontual. O Centro Cultural Oscar Niemeyer desenvolve diversos projetos para devolver o espaço cultural à população goiana. Uma programação especial de férias está sendo desenvolvida pela equipe da recém-inaugurada Biblioteca Infantil. Também estão previstos um Festival de Astronomia, Sessões do Cineclube do CCON e uma exposição com o acervo técnico do Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC).

Yoga na Rua no CCON
Data de início: 27 de junho (quinta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Esplanada do CCON
Obs: Trazer o próprio tapete e ser pontual!
As aulas acontecerão todas as quintas feiras.


Texto: DIvulgação
Foto: Ciro Castro


26 abr 2019
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Goianas lançam livro de crônicas ambientadas no transporte coletivo da capital

Livro que entrou na pré-venda traz histórias verídicas e foi escrito como Trabalho de Conclusão de Curso de duas recém graduadas no curso de Jornalismo da UFG

Em um primeiro momento, este livro foi escrito como Trabalho de Conclusão de Curso de duas futuras jornalistas sonhadoras. O sonho se tornou tão grande que ultrapassou as barreiras da universidade para ganhar o mundo. O livro Crônica em Movimento: (In)confidências Cotidianas no Transporte Coletivo de Goiânia, publicado pela Editora Letramento, está recheado de histórias de pessoas nas mais diversas situações que podem ocorrer em uma cidade grande, mais especificamente dentro dos ônibus. A publicação entrou em pré-venda pelo site da companhia.

As dezesseis crônicas do livro são partes de narrativas de vida colhidas nos coletivos de Goiânia e que despertam a curiosidade justamente por seu caráter universal. Afinal, quem nunca ouviu uma conversa irresistível, e anotou mentalmente os detalhes para contar para alguém mais tarde, que atire a primeira pedra. E foi justamente isso que as jovens autoras fizeram. Amanda Sales e Juliana França se formaram no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás (UFG), em fevereiro de 2019.

Amigas desde o início da faculdade, percorreram juntas mais de 9 mil quilômetros de ônibus durante os quatro anos da graduação. Nessas idas e vindas, notaram como a comunicação está intrínseca na vida das pessoas e decidiram escrever sobre o cotidiano dos passageiros. Os diálogos presentes no livro foram escritos da forma mais fiel possível da realidade.

Os textos leves e bem-humorados agradam leitores de todas as idades. As histórias variam de problemas familiares à dificuldade de locomoção de pessoas com deficiência, passando por desabafos e flertes. Nas crônicas se encontra também um pouco da essência de Goiânia e o leitor vai se familiarizar com ruas e linhas de ônibus conhecidos da cidade.

Amanda e Juliana, autoras do Crônicas em Movimento.

Com estas crônicas, as autoras esperam que o leitor se delicie, mas sem deixar de refletir sobre a condição de vida nas cidades e o quão desigual as metrópoles podem ser. Crônica em Movimento é uma leitura leve que vai proporcionar ao leitor boas risadas. O livro está disponível para compra no site da Editora Letramento.

CONTATO
Amanda Sales: (62) 98155-4367 |
Juliana França: (62) 98475-0687

Pré-venda :
https://grupoeditorialletramento.com/shop/pre-venda-cronica-em-movimento/

Texto e fotos: Divulgação.



25 abr 2019
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Artistas Goianos expõem obras na Itália

O fotógrafo Alejandro Zenha e o cineasta Cristiano Sousa são os primeiros brasileiros convidados para a exposição La Collezione Queer, que acontece de 28 de abril a 14 de maio na galeria Ospizio Giovani Artisti em Roma, Itália.

A exposição apresentada no Ospizio Giovani Artisti é dedicada às filosofias e teorias “queer”, termo de difícil definição e explicação em poucas palavras. O que podemos dizer aqui, simplificando o máximo possível, é que a sexualidade indefinida, fluída, etc, com todas as implicações e também as provocações políticas e sociais que lhe dizem respeito, são o tema básico tratado pelos oitos artistas presentes na exposição, com trabalhado como sempre vindo da coleção OGA”, diz Werther Germondari – curador da exposição.

As obras consistem em fotos realizadas durante o II DIGO Festival Internacional da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás, em 2017, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás, no projeto intitulado “Corpo N(eu)tro” de Alejandro Zenha e videoartes provenientes do ensaio e outros com o tema lgbti de Cristiano Sousa.

Link do evento
https://www.facebook.com/events/421182652046431/?active_tab=about

Texto e fotos: Divulgação.


20 abr 2019
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Dádiva do tempo

Por Bárbara W. Idril

Até pouco tempo eu me considerava uma pessoa muito ansiosa, diria até inimiga do tempo e da espera. E , por mais que eu tenha sido relutante, uma hora ficou impossível não aceitar a situação posta ao meu redor. Foi quando eu joguei a minha “caixa de pandora” no chão e  me vi obrigada ser amiga do relógio para conseguir entender aquilo que não estava sob o meu controle e lidar com minhas dores. Pois com ela eu deixava pra trás o emprego que me realizava e a pessoa que eu amava.

Chega uma hora que a correria e uma rotina louca de trabalho não nos permite contemplar os outros 30%, 50% ou 70% de nossas vidas – depende como cada um faz essa divisão. Eu venho de uma rotina 70% – 30%. Nos 70% eu depositava toda a minha energia, saúde, tempo e sonhos – eu literalmente respirava trabalho. Os outros 30% era para eu dormir (5 horas por noite)estudar e organizar tudo que era necessário para o bom andamento da rotina dos 70%. Um dia essa rotina louca “supitou” e meu corpo chegou ao limite, era quase que “tarde demais”. Era hora de me recolher e parar de querer abraçar o mundo sozinha.

Agora, 1 ano e 10 meses depois desse pedido de socorro que o meu corpo emitia e que me propus ouvir, eu posso dizer que estou começando a colher os frutos desse processo que eu denominei de “autoconhecimento”. Já consigo perceber o tempo certo de espera para fazer uma escolha, por mais que a deseje rapidamente. O tempo de retomar a um projeto ou de simplesmente abandoná-lo, o tempo do meu corpo, da minha saúde física e mental. Mais que o meu tempo, eu estou aprendendo a lidar com o tempo das pessoas ao meu redor. Parece engraçado e até mesmo irônico para quem me conhece, mas na verdade e sinto como vivendo uma experiência mágica.

Como em todo processo de mudança de um hábito, pode haver recaídas e comigo não é perfeito. Eu aprendi a identificar rapidamente esses momentos de possíveis “quedas”, e é aí que eu respiro fundo, paro tudo, esvazio minha mente e volto colocando as ideias no lugar uma por uma, até encontrar a resposta para aquilo que me fez desviar de minha caminhada.
A cada etapa me sinto mais conectada ao universo que me cerca, às pessoas e principalmente, comigo mesma. Acho que estar sozinha pode ter sido o maior de todos os presentes que permiti me dar até aqui. À época eu não fazia ideia onde isso iria me levar e ainda não sei se poderei delimitar um ponto final. Mas sinto que meus pés estão mais próximos do chão, eu até posso sentir a umidade da terra, e eles me levam na direção certa. 


12 abr 2019
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Ciência em Show é uma das grandes atrações do 6º Sesc Geek, em Goiânia

Evento acontece na unidade Faiçalville, nos dias 13 e 14 de abril. Entrada é gratuita e aberta ao público

Por Ascom Sesc

Neste fim de semana, nos dias 13 e 14 de abril, o Sesc Faiçalville, em Goiânia, recebe o maior evento Geek do Estado. É o Sesc Geek, que em dois dias de programação GRATUITA e ABERTA A TODA POPULAÇÃO, leva para o público uma agenda recheada de workshops, bate-papos, palestras e oficinas com profissionais renomados, além de desfiles de cosplay, apresentações de k-pop, batalhas just dance, apresentações musicais e muito mais.

Uma das grandes atrações da 6ª edição do evento é o show do grupo Ciência em Show, um time de professores que ensina a ciência de maneira descomplicada e descontraída (cienciaemshow.com.br). A apresentação acontece no domingo, dia 14, às 17h. 

Ensaio com os Ciêntistas do Ciência em show

As portas da unidade estarão abertas nos dois dias, das 12h às 20h, e os interessados nas atividades devem realizar as inscrições no dia do evento. As vagas são limitadas!

Confira a programação:13 de abril

13 de abril

12h às 18h – oficina aberta ENSINANDO A JOGAR MAGIC – Bacon Arcano

13h às 18 – Mesa de RPG ONE SHOT – Kimeron e Ordem dos Contos Errantes

13h – Palestra A HISTÓRIA DOS TCGs E A CRIAÇÃO DO MAGIC THE GATHERING – Bacon Arcano

14h – Bate-papo REPRESENTATIVIDADE FEMININA NO CONTEXTO GEEK – Thaisa Montine

14h às 15h – Oficina PINTURA DE MINIATURA DE RPG – Kimeron e Ordem dos Contos Errantes

13h às 14h30 – Workshop ROBÓTICA – Ms. Adriano Fonseca

13h às 14h30 – Oficina criativa SLIMES! – Recreação Sesc

15h – Palestra INICIANDO NO RPG – Wolney Marques Borges

15h às 16h30 – Oficina criativa CRIAÇÃO DE GAMES – Juliano Morais – Senac

15h às 16h30 – Workshop EU COSMAKER?! FAÇA SEU COSPLAY – Geovany Mesquita

16h – Bate-papo aberto O USO DE JOGOS LÚDICOS NO APRENDIZADO ESCOLAR – Bacon Arcano

17h – Mesa-redonda CONVERSA ENTRE MESTRES – LITERATURA NARRATIVA, CENÁRIOS E PERSONAGENS – Wolney Marques Borges

17h  Batalhas Just Dance

18h30 – Balada Geek – Movie Sessions

14 de abril

12h às 13h – Oficina de PINTURA DE MINIATURA DE RPG – Kimeron e Ordem dos Contos Errantes

12h às 18h – Oficina aberta ENSINANDO A JOGAR MAGIC – Bacon Arcano

13h às 18 – Mesa de RPG ONE SHOT – Kimeron e Ordem dos Contos Errantes

12h às 17h – Oficina criativa CIENTISTAS MALUCOS – AMOEBAS – Thaisa Montine

12h às 17h – Oficina criativa PAPERCRAFT! – Recreação Sesc

12h30 – Bate-papo STARTUPS E O MUNDO GEEK – Carlos Magno – Senac

13h – Bate-papo aberto CRIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE COMUNIDADES EM JOGOS – Bacon Arcano

13h – Palestra O SOBRINHO DO MAGO – Criação de universos ficcionais – A Confraria dos Mestres

13h30 – Workshop PRODUZINDO HQs – Jazi Almeida

14h – Campeonato TOICINHO DE MAGIC – Bacon Arcano

14h às 18h – ESPAÇO CARICATURADOS

14h – Campeonato de Magic para Iniciantes – Bacon Arcano

14h – Bate-papo: K-POP – QUEBRANDO PRECONCEITOS – Joy Entertainment 

15h – Palestra RPG: IMAGINAÇÃO É A CHAVE – Mayklyns Linhares e Daniellla Álvares

14h30 – Desfile Cosplays – Apresentação – Youtuber Serena – Canal S&R

15h30 – Batalha K-pop

16h – Mesa-redonda CRIANDO SEUS PERSONAGENS DE RPG! – Mayklyns Linhares e Daniellla Álvares

17h – Show: CIÊNCIA EM SHOW

TODOS OS DIAS

Terra de Gigantes

Card Games

Flip Games

RPG – Role-playIing game

Swordplay

Espaço LudoGeek

Sala Cosplay

Palco K-pop

Espaço geek de vendas